LFP afina estratégia para direitos: Ligue 1+ mantém-se, mas retorno a TV tradicional em estudo
Liga francesa quer reforçar receitas após crise de direitos; plataforma própria segue como pilar estratégico e moeda de troca em futuras negociações.
Liga francesa quer reforçar receitas após crise de direitos; plataforma própria segue como pilar estratégico e moeda de troca em futuras negociações.
Remodelação até 2027, Fan Week e direitos de transmissão reforçados sustentam faturação recorde; prémios sobem, mas continuam longe da percentagem exigida pelos jogadores.
Federação espanhola ambiciona chegar a 5 milhões de telespectadores, reforçando a distribuição entre plataformas nacionais, operadores regionais e bares.
Comparativo: Espanha é a mais cara (972 €/ano) e França a mais barata (439 €/ano). Itália fica nos 669 €/ano, mas o peso no salário médio ainda é elevado.
Operadoras sobem preços e alargam tarifários; Dazn mantém valores e reforça alternativa sem pacote de telecomunicações.
Operadora do Grupo MasOrange mantém-se como patrocinadora de telecomunicações do clube, com activações para equipas masculina e feminina e foco em redes sociais.
Operadora assegura a temporada 2026-2027 num canal dedicado; termos financeiros não divulgados. Acordo surge após a RFEF fechar distribuição com a DAZN para a mesma época.
Plataforma reforça oferta em Espanha com acordo de uma época com a Real Federação Espanhola de Futebol, incluindo fase regular e play-off de acesso à LaLiga Hypermotion.
Banco regional dá nome ao estádio municipal – CEPAC Vélodrome – em acordo de sete épocas; valor não divulgado, referência anterior: 2,5 M€/ano com a Orange.
Acordo ativa já no fim dos play-offs e generaliza-se na próxima época, juntando-se a Proximus e Telenet.
Operador belga assegura distribuição do pacote DAZN Total, incluindo D1A, D1B e Super League feminina, após movimento idêntico da Telenet; litígio DAZN–Pro League mantém incerteza sobre a sustentabilidade do modelo
LaLiga Bares transmitirá os 104 jogos do Mundial de 2026, produzido pelo Grup Mediapro, juntando-se a DAZN, Movistar Plus+ e Orange; RTVE manterá um pacote em sinal aberto.