LaLiga desliga LaLiga+, a sua plataforma online, no final de 2025-26
Após sete anos e mais de €10 milhões investidos, a liga espanhola encerra a OTT LaLiga+ e aposta num modelo de distribuição mais aberto, alinhado com a fragmentação de audiências.
Após sete anos e mais de €10 milhões investidos, a liga espanhola encerra a OTT LaLiga+ e aposta num modelo de distribuição mais aberto, alinhado com a fragmentação de audiências.
Apenas 5 dos 20 clubes da Primeira Divisão espanhola vendem o nome do estádio; Allianz, Emirates e Etihad consolidam modelo noutros mercados.
Decisão do CEPANI impõe continuidade das emissões e pagamentos enquanto a DAZN tenta fechar distribuição com, pelo menos, duas operadoras. Valor do contrato: 84,2 M€.
Ben Morel alerta que a viabilidade do modelo direto ao consumidor dependerá de crescer a base paga enquanto aumenta o preço — e de acordos de distribuição como o da Canal+.
Falta de acordos de distribuição com dois operadores deixa a proposta de 84,2 M€ da DAZN em risco; liga pondera plano alternativo de canal próprio.
Plataforma britânica paga a tranche devida e segura o contrato belga, enquanto falham acordos com Telenet, Proximus e Orange/VOO.
Calcio e Finanza compara preços de subscrições e peso no rendimento; Itália e França são os países mais acessíveis e Espanha lidera no esforço dos adeptos.
Sem acordos com as telecomunicações, o contrato de 84,2 M€ com a Pro League pode ser renegociado em baixa, pressionando a tesouraria dos clubes
Operadora belga confirma diálogo, mas só avançará se a equação financeira fizer sentido; Telenet e Orange/Voo continuam de fora.