E depois do Mundial? O que acontece ao streaming?
O Mundial terminou, mas o verdadeiro desafio para as plataformas de streaming está apenas a começar.
O Mundial terminou, mas o verdadeiro desafio para as plataformas de streaming está apenas a começar.
O valor dos direitos televisivos começa muito antes da negociação.
O novo relatório do Futebol e Negócios analisa 49 clubes das três competições profissionais e mostra uma presença digital com escala relevante, mas fortemente concentrada no topo da Primeira Liga.
Podcast de Gary Lineker reforça presença na plataforma de transmissão online com episódios bissemanais durante duas épocas, apoiado no impulso do Mundial
Final Espanha–Argentina manteve milhões colados ao ecrã mesmo após eliminações; desempenho nos EUA reacende disputa por direitos de transmissão
Estratégia híbrida alarga o topo do funil de audiência com jogos gratuitos, enquanto a Warner Bros. Discovery protege valor de subscrição na HBO Max até 2031
Consultora Go Magenta indica que 64% dos utilizadores no Brasil preferem transmissões e produções locais — com o futebol à cabeça — tendência replicada noutros mercados da América Latina.
Aos 19 anos, o espanhol reforça a atractividade comercial após o título mundial, abrindo portas a acordos de luxo e tecnologia com prémios muito acima dos atuais.
A fabricante chinesa torna-se parceira automóvel oficial do Paris Saint-Germain, com activações globais e frota dedicada; valores não divulgados.
Acordo considerado o mais valioso da história do clube; substitui Betano e surge num mercado pressionado pela proibição a casas de apostas nas camisolas
Novo acordo de €0,95 M por temporada (R$5,5 M) no escudeto reforça carteira comercial e pode chegar a €1,72 M (R$10 M) com bónus de desempenho.
Colaboração estende-se a várias coleções durante a época; artista é também co-proprietário e participou numa ronda de €100 milhões para o clube.
Empresa de Michael Rubin controla merchandising do Mundial com mais de 2.000 pontos de venda e expande de memorabilia a conteúdos e mercados de predição, visando €11,41 mil M em 2026.
“Piece of the Pitch – Foundation Edition” vendeu a €395 por unidade, parte da estratégia da FIFA para expandir receitas de merchandise do Mundial 2026.
A liga feminina dos EUA atinge 11.044 adeptos por jogo, bate recordes com novas franquias e acelera receitas de retalho e audiovisuais.
Modelos de “preço dinâmico” chegam a grandes ligas europeias, prometendo mais receita mas levantando dilemas com adeptos e cultura de estádio.
Acionista norte‑americano quer acelerar competitividade desportiva e avançar com infraestrutura própria; valores não divulgados.
Relatório aponta forte concentração de receitas em poucos clubes e alerta para custos salariais, calendário e pressão regulatória; direitos audiovisuais mantêm-se no topo, mas cresce o valor das relações diretas com adeptos.
Empresários de Antuérpia, Toby Alderweireld e Wouter Vandenhaute compram o clube à família Gheysens e mantêm a gestão executiva, prometendo governação sólida e investimento continuado.
Nova plataforma audiovisual integra-se na app e no site do clube; base semanal já supera 800 mil utilizadores únicos (+30% em 12 meses).
Clube paulista soma 131 milhões de visualizações e supera Flamengo por margem curta; top 4 ultrapassa 90 milhões
Clube catalão reforça carteira de inovação com a 16.ª participada, focada em terapias térmicas para recuperação muscular e articular. Valores do investimento não divulgados.
Clube de Turim lança 2026/27 com foco direto ao consumidor: carteira em Apple/Google Wallet, pacote premium dedicado a Zidane e mais benefícios digitais.
Acórdão indica incompatibilidades com concorrência e proteção de dados, e abre caminho a ajustes no regulamento dos agentes (FFAR) com impacto em comissões e negociações.
Descanso poderá ir aos 25–30 minutos para acomodar atuação de estrelas; decisão visa espetáculo e receitas comerciais, mas levanta questões desportivas e regulatórias.
Adam Silver quer fechar as primeiras franquias europeias “nas próximas semanas”; gigantes do futebol e investidores institucionais na corrida, com EuroLeague a proteger território.
Queixas sobre cancelamentos e entregas falhadas de ingressos do Campeonato do Mundo levam a reclamações coletivas e escrutínio regulatório. Impacto potencial na revenda e em patrocinadores do ecossistema FIFA.
Relatório aponta forte concentração de receitas em poucos clubes e alerta para custos salariais, calendário e pressão regulatória; direitos audiovisuais mantêm-se no topo, mas cresce o valor das relações diretas com adeptos.
Holding aposta em estádio municipal, conteúdos digitais e patrocínios flexíveis para diferenciar um clube independente na Liga F
Fundo adquire posição minoritária na Northern Super League (Canadá) após época de arranque com €20,6 M em receitas e 275 mil adeptos
Liga feminina inglesa cresce 40% em 2024-25 e projecta £121M em 2025-26, porém o rácio salários/receitas ainda é elevado e o fosso entre clubes atinge 16:1.
Clube catalão reformula o President Club e lança o Tunnel Club com boxes privados junto ao relvado, reforçando a captação de receita corporativa e de alto gasto.
Clubes europeus seguem modelos dos EUA para ampliar receitas com restauração, eventos, bem‑estar, retalho e membros; caso Fulham ilustra a viragem estratégica.
Infraestrutura de Categoria 4 da UEFA reforça receitas de dia de jogo, hospitalidade e continuidade europeia; projeto integra parque urbano e plano de mobilidade sustentável.
Custos, requisitos da FIFA e política local reconfiguram o mapa de estádios em Espanha; Balaídos caminha para 43 mil lugares
Investimento publicitário massivo no Mundial impulsiona crescimento dos intercâmbios de previsões; métricas favorecem quem controla produto e comissões.
Corte na publicidade e nova regulação podem encolher o fluxo de patrocínios das casas de apostas para clubes e media no Brasil
Após debate público no Brasil, canal passa a enquadrar ativações de casas de apostas em modelos clássicos de anúncio, mantendo apenas operadoras regularizadas.
Rede transnacional de fiscalização vai partilhar alertas em tempo real para mitigar manipulação e fraudes ligadas a apostas desportivas durante o torneio