UEFA trava expansão do Mundial de Clubes da FIFA
Organismo europeu sinaliza oposição a mais equipas e a maior frequência do torneio; clubes alinham posição
A centralização dos direitos televisivos do futebol português, obrigatória a partir de 2027/28, é mais do que uma imposição legal: é uma oportunidade histórica para transformar a Liga Portugal num produto de valor global através da cooperação coletiva
A sobrevivência e o crescimento económico dos clubes de futebol dependem da urgência em transformar adeptos anónimos em ativos digitais identificados e diretamente monetizáveis.
Impulsionado por novas competições e intervenções judiciais, o futebol europeu entrou numa guerra estrutural sem precedentes para responder a uma única questão: quem manda no mercado?
Canal reforça parceria com a Federação Paulista de Futebol e soma 29 milhões de dispositivos únicos, com forte envolvimento em tempo real
Plataforma reforça catálogo desportivo no Brasil entre abril e junho; aposta estratégica para captar audiência e patrocínios locais.
Operador japonês assegura todas as competições de clubes da UEFA, via acordo com a UC3 (UEFA e European Club Association), e estreia-se na UEFA Women’s Champions League até 2030.
Audiências médias caem 13,5% e quota de ecrã desce 11,2% face a 2024; SuperTennis destaca-se em contraciclo. Exclusões de medição e migração para streaming distorcem comparação.
UC3, joint venture UEFA–European Football Clubs, lançou concurso para o “padrão de bola oficial” de todas as competições masculinas de clubes. Adidas vê contestado um domínio de 25 anos; Puma surge como candidata forte.
Campeão europeu quer capitalizar títulos e projeto de novo estádio para superar o pacote do Barcelona e liderar o ranking global de patrocínios de equipamento.
A renovação de 10 anos do equipamento do Manchester City com a Puma e outros acordos levaram o mercado britânico de patrocínios a €6,16 mil milhões em 2025, mais 10,5%, contribuindo para €34,4 mil milhões na Europa.
Investimento sobe 4,7% segundo a ESA e Nielsen Sports; Espanha lidera em crescimento anual e futebol mantém tração com a renovação Manchester City–Puma.
Revolta dos jogadores em 2022 levou a U.S. Soccer e Nike a redesenhar o processo: atletas decidiram elementos-chave, visando identidade de marca e maior tração comercial junto dos adeptos.
Edição limitada combina identidade regional e tecnologia para ativação digital de adeptos; jogadores do PSV irão usá-la em jogo(s).
Coleção Primavera 2026 junta moda de rua e identidade do clube; venda global em adidas.com com preços entre $50 e $120 (valores não convertidos).
Todos os clubes deram luz verde a uma ação de marketing com camisolas históricas, com a 35.ª jornada — do Real Madrid-Barcelona — como data preferencial (a oficialização ainda falta).
Nova regra da Deutsche Fußball Liga limita custos com plantel a 70% das receitas. Morningstar DBRS vê melhoria do perfil de crédito do sector e maior capacidade de captar investimento.
Lega Serie A reuniu-se com Governo italiano e reguladores para discutir estabilidade dos clubes e possível reintrodução do “Decreto Crescita”.
Fundos do Qatar e da Arábia Saudita, bem como a RedBird, preparam licenças para Paris, Londres e Milão; taxas podem ultrapassar 1 mil milhão de dólares por mercado
Clube do Lago de Como investe pesado em dados, hospitalidade premium e novo estádio para transformar adeptos-turistas em fonte de receita recorrente — apesar de prejuízos elevados.
Clube reforça ecossistema próprio e aposta em plataformas sociais para captar adeptos e receitas, sinalizando viragem para conteúdos “always-on”.
ITV e outros operadores preparam formatos em ecrã partilhado nas novas pausas do jogo — uma janela para monetização sem interromper a transmissão
Liga alemã acelera automatização de eventos de jogo e outras aplicações com inteligência artificial.
Nova aplicação integra conteúdos exclusivos, bilhética digital, comércio e experiências, alinhando o clube com a tendência de produzir e distribuir media proprietária.
Organismo europeu sinaliza oposição a mais equipas e a maior frequência do torneio; clubes alinham posição
Liga inglesa sanciona irregularidades entre 2011-2018 sob Roman Abramovich; atual direção colaborou e evita punição imediata à equipa principal
Regulamento (UE) 2024/1624 alarga o perímetro de controlo: agentes e clubes tornam-se “sujeitos obrigados”, com reporte de operações suspeitas e rastreabilidade reforçada em direitos, transferências e receitas comerciais.
UEFA e CONMEBOL falham acordo para mudar Doha; alternativa em Madrid caiu por falta de neutralidade e a proposta de Itália a 31 de março foi recusada pela UEFA.
Pablo Vilches, CEO da Liga F, confirma contacto activo com investidores. Receita da liga estabiliza nos €16M e benefício quintuplica, enquanto a estratégia passa por mais jogos em aberto e crescimento de audiência antes da renovação com a Dazn em 2027.
Operador japonês assegura todas as competições de clubes da UEFA, via acordo com a UC3 (UEFA e European Club Association), e estreia-se na UEFA Women’s Champions League até 2030.
Estudo encomendado pelo Barclays indica maior despesa média por dia de jogo na liga feminina, impulsionada por compras não alimentares.
Acordos com RTVE e TV3 elevam visibilidade do futebol feminino em Espanha; dados médios não divulgados, mas primeiros jogos mostram salto de audiência e presença em estádio.
Relatório da CBRE aponta para a reconversão dos recintos em ativos de uso misto e para o peso do investimento internacional, com o acordo LaLiga–CVC como catalisador.
Clube assume gestão direta da restauração em dias de jogo após 2025-26, encerrando parceria de 25 anos com a Top Events; decisão alinha-se com planos de ampliar o estádio em pelo menos 10.000 lugares.
Clube londrino cria 13.500 lugares licenciados para adeptos de pé até 2027-28, sem alterar a lotação total do estádio
Projeto de requalificação apresentado em Formello por Claudio Lotito aponta para um “dois em um” e avança para fases de estudo; valores não divulgados
Consulta pública propõe vedar marcas de jogo não licenciadas no Reino Unido aos contratos de patrocínio com clubes da principal liga inglesa
Plataformas legalizadas lideram tráfego e receita, mas peso do mercado não licenciado permanece controverso
Sponsor principal da camisola da Inter em 2024/25, a Betsson reporta lucro de €182,4M apesar de maior carga fiscal e custos de pessoal.
Receita bruta das operadoras atingiu €5,90 mil M; 25,2 milhões de apostadores registados e reforço de fiscalização com cortes a influenciadores e contas bancárias