Do Adepto ao Ativo (Parte 3)
Do Fan ID à máquina de receita baseada em dados
Do Fan ID à máquina de receita baseada em dados
A gestão financeira do futebol moderno consolidou-se como um mercado de fluxos descontados, onde ferramentas como o factoring e a titularização são essenciais para converter receitas futuras em liquidez imediata e garantir a competitividade dos clubes.
Entre a centralização dos direitos e o Mundial 2030, a transformação da paixão do adepto em dados auditáveis é o único caminho para evitar o custo brutal do atraso e garantir a valorização comercial dos clubes.
Com os Jogos de Inverno Milão–Cortina d’Ampezzo no horizonte, receitas televisivas e impacto económico mantêm trajetória ascendente, mesmo após ruturas com parceiros históricos.
Tribunal de Córdoba valida medidas cautelares pedidas por LaLiga e Telefónica Audiovisual Digital, obrigando serviços de rede privada virtual (VPN) a impedir acessos ilícitos a emissões dos jogos em território espanhol.
FIFA atribui os direitos do Mundial 2026 à beIN Sports, fragiliza a plataforma Ligue 1+ e reacende disputa interna no futebol francês.
Ligas como NFL, FIFA e Fórmula 1 apostam em criadores digitais para traduzir o jogo em cultura e acelerar crescimento junto da Geração Z.
Operadora de telecomunicações mantém visibilidade nas equipas principal masculina e feminina e alarga presença ao Bilbao Athletic e ao Athletic Genuine; valores não divulgados.
A fintech passa a patrocinador global do clube e ganha visibilidade nas equipas masculina (taças domésticas) e feminina (WSL e taças), com integração tecnológica no ecossistema do City Football Group.
Plano em estudo prevê vender de forma centralizada 60% da publicidade perimetral e aumentar os parceiros‑âncora de 7 para 10, à semelhança dos modelos da NBA e NFL.
Estudo InfoAdex 2025 aponta quebra geral de 2,6% na publicidade; patrocínio desportivo fica nos €631,7M, com marcas a deslocarem investimento para digital e televisão com publicidade.
Projeto de edição limitada aproxima merchandising de lifestyle e ativa parceria cultural com a Ocean Space; valores não divulgados
Parceria em duas gamas — standard e premium — reforça estratégia do clube entre futebol, moda e comunidade, com ativação em dia de treino aberto.
Linha cápsula mistura música e futebol e testa o apetite dos adeptos por edições especiais com preços premium; venda em canais próprios e retalho especializado
Reabastecimento de janeiro voltou a esgotar em horas; projeto com autoridades da Catedral e hummel converte património em receita
Clube controlado por fundo vendeu a operação feminina a uma entidade do mesmo grupo; objetivo é captar capital dedicado e clarificar contas, mas levanta dúvidas regulatórias.
Liga italiana assume maioria do popular jogo de fantasia (3 milhões de utilizadores), mantendo gestão na Quadronica e modelo gratuito com opção premium.
Clube do sexto escalão, ressurgido em 2020, procura capital para sustentar nova ascensão; dois grupos internacionais em conversações, valores não divulgados.
Foram concluídos 78 negócios em 2025 (mais 26% vs. 2024), com investidores dos EUA presentes em mais de metade das transações e um salto no investimento no futebol feminino.
O ‘Sports Industry Outlook 2026’ antecipa novas fontes de receita digitais, uso intensivo de inteligência artificial e modelos híbridos de transmissão, com o Mundial de 2026 como catalisador.
Ex-RB Leipzig Felix Kruger compra 75% do SU Sintrense e monta estrutura de análise e scouting para valorizar ativos, captar turistas e profissionalizar operações na quarta divisão
Projecto “Juventus Forward” junta tecnologia de desempenho, hospitalidade e voz multilingue para criar valor sustentável no clube controlado pela Exor.
Tecnologia “AI-ready” da Lenovo será integrada no SIGNAL IDUNA PARK e na sede do clube, suportando análise de dados, operações e tomada de decisão
Fim do limite às compensações por despedimento injustificado, previsto para 2027, pode encarecer saídas de jogadores e staff. Advogados antecipam casos de milhões de euros.
Regresso do Barça à associação europeia de clubes recompõe alinhamento político-institucional e pode reabrir fluxos de receita e influência em negociações centrais.
Audiências sobem 10% e “Big Data + Panel” da Nielsen redefine a medição; saem Visa, entra American Express com acordo de €766 M
Acordo com o clube da USL Championship amplia a rede internacional dos alemães e posiciona os EUA como via de lançamento para jovens talentos.
Clube controlado por fundo vendeu a operação feminina a uma entidade do mesmo grupo; objetivo é captar capital dedicado e clarificar contas, mas levanta dúvidas regulatórias.
Aston Villa Women testa novos formatos de experiência e envolvimento, enquanto horários de TV e foco excessivo no “family-friendly” limitam conversões de público em receita.
A fintech passa a patrocinador global do clube e ganha visibilidade nas equipas masculina (taças domésticas) e feminina (WSL e taças), com integração tecnológica no ecossistema do City Football Group.
Foram concluídos 78 negócios em 2025 (mais 26% vs. 2024), com investidores dos EUA presentes em mais de metade das transações e um salto no investimento no futebol feminino.
Projeto de requalificação apresentado em Formello por Claudio Lotito aponta para um “dois em um” e avança para fases de estudo; valores não divulgados
Clubes ampliam áreas VIP e clubes de empresas, digitalizam a gestão de convidados e integram hospitality com patrocínios para gerar receita todo o ano.
Radisson Blu vai operar unidade de 401 quartos no Campus do Etihad; abertura prevista para outubro e integrada na expansão para +60 mil lugares.
Tendência no Reino Unido aponta para espaços premium polivalentes e uso 365 dias, com Fulham a eliminar boxes na Riverside Stand.
Plataformas legalizadas lideram tráfego e receita, mas peso do mercado não licenciado permanece controverso
Sponsor principal da camisola da Inter em 2024/25, a Betsson reporta lucro de €182,4M apesar de maior carga fiscal e custos de pessoal.
Receita bruta das operadoras atingiu €5,90 mil M; 25,2 milhões de apostadores registados e reforço de fiscalização com cortes a influenciadores e contas bancárias
Lei sancionada por Lula aumenta gradualmente a taxa sobre a receita bruta de jogo (GGR) e pode reconfigurar o fluxo de patrocínios na Série A