O Adepto É de Todos, Não É de Ninguém
Parte III de III — A relação com o adepto precisa de um responsável, métricas comuns e uma conta de exploração.
O Adepto de €0 É uma Falha de Modelo de Negócio
Parte II de III — Como converter alcance em receita recorrente sem reduzir o adepto a um lead.
O Cliente De €0 e a Economia Phygital que o Futebol Português (Ainda) Não Tem
O futebol português continua a vender entradas quando devia estar a construir relações e valor recorrente com cada adepto.
Mudar de Ideias Não É Incoerência. É Liderança. E o Futebol (Ainda) Não Percebeu.
Perante novas formas de criar valor, insistir nas métricas de sempre deixou de ser prudência. Da Fan Economy à AI Economy, Nuno Mena explica por que os clubes precisam de rever convicções e medir o verdadeiro valor económico de cada adepto.
A Base Invisível: Porque o Futebol Profissional Começa no Futebol Amador
O futebol profissional cresce sobre uma base que continua subvalorizada: os clubes amadores que formam atletas, pessoas e comunidades. Reforçar esse alicerce é uma condição essencial para a sustentabilidade de toda a indústria.
E depois do Mundial? O que acontece ao streaming?
O Mundial terminou, mas o verdadeiro desafio para as plataformas de streaming está apenas a começar.
Qual O Valor Que Queremos Dar À Nossa Industria?
O valor dos direitos televisivos começa muito antes da negociação.
O que os números digitais dizem sobre o futebol português
O novo relatório do Futebol e Negócios analisa 49 clubes das três competições profissionais e mostra uma presença digital com escala relevante, mas fortemente concentrada no topo da Primeira Liga.
As Cinco (Novas) Economias do Futebol
E porque é que alguns clubes estão a crescer muito mais depressa do que outros, mesmo sem vender mais jogadores?
O Paradoxo do Futebol Português (Parte 2):
O Custo Invisível da Inação: O Valor Que o Futebol Português Está a Deixar na Mesa
Uma chave de equilíbrio, mérito e valor coletivo
Artigo de André Mosqueira do Amaral, CEO da Liga Portugal, em exclusivo para o Futebol e Negócios. A nova chave de repartição procura equilibrar mérito desportivo, sustentabilidade coletiva e valorização do produto audiovisual do futebol profissional português.