Real Madrid prolonga parceria com a Orange nas telecomunicações até 2028
Operadora do Grupo MasOrange mantém-se como patrocinadora de telecomunicações do clube, com activações para equipas masculina e feminina e foco em redes sociais.
Operadora do Grupo MasOrange mantém-se como patrocinadora de telecomunicações do clube, com activações para equipas masculina e feminina e foco em redes sociais.
Operadora assegura a temporada 2026-2027 num canal dedicado; termos financeiros não divulgados. Acordo surge após a RFEF fechar distribuição com a DAZN para a mesma época.
Plataforma reforça oferta em Espanha com acordo de uma época com a Real Federação Espanhola de Futebol, incluindo fase regular e play-off de acesso à LaLiga Hypermotion.
Banco regional dá nome ao estádio municipal – CEPAC Vélodrome – em acordo de sete épocas; valor não divulgado, referência anterior: 2,5 M€/ano com a Orange.
Acordo ativa já no fim dos play-offs e generaliza-se na próxima época, juntando-se a Proximus e Telenet.
Operador belga assegura distribuição do pacote DAZN Total, incluindo D1A, D1B e Super League feminina, após movimento idêntico da Telenet; litígio DAZN–Pro League mantém incerteza sobre a sustentabilidade do modelo
LaLiga Bares transmitirá os 104 jogos do Mundial de 2026, produzido pelo Grup Mediapro, juntando-se a DAZN, Movistar Plus+ e Orange; RTVE manterá um pacote em sinal aberto.
Clientes Play Sports passam a ter o pacote DAZN Total, incluindo Jupiler Pro League; emissões lineares arrancam já em maio. Proximus mantém conversações, mas alerta para preço.
Após sete anos e mais de €10 milhões investidos, a liga espanhola encerra a OTT LaLiga+ e aposta num modelo de distribuição mais aberto, alinhado com a fragmentação de audiências.
Apenas 5 dos 20 clubes da Primeira Divisão espanhola vendem o nome do estádio; Allianz, Emirates e Etihad consolidam modelo noutros mercados.
Decisão do CEPANI impõe continuidade das emissões e pagamentos enquanto a DAZN tenta fechar distribuição com, pelo menos, duas operadoras. Valor do contrato: 84,2 M€.
Ben Morel alerta que a viabilidade do modelo direto ao consumidor dependerá de crescer a base paga enquanto aumenta o preço — e de acordos de distribuição como o da Canal+.