Nostalgia vende: porque os clubes e marcas de futebol travaram a inovação
Efeito retro domina 2026, de camisolas a botas, porque converte em vendas — mas arrisca estagnar a próxima geração de produtos e receitas.
Efeito retro domina 2026, de camisolas a botas, porque converte em vendas — mas arrisca estagnar a próxima geração de produtos e receitas.
Relatório 2026 da Roblox e dados da Fanshift mostram crescimento explosivo de experiências desportivas e forte conversão para audiências, merchandising e patrocínio — sobretudo impulsionadas por jogos independentes
Patrocínios exclusivos, direitos de transmissão de alcance massivo e obrigações convertíveis transformam tradição em receitas recorde.
Consumo em dia de jogo sustenta receitas, reforça patrocínios locais e molda a experiência de estádio na Bundesliga
Acordos com CMC Markets (frente) e Stake (manga) elevam receitas comerciais e reforçam o orçamento para o plantel.
Clube inglês abre terceiro espaço próprio na Indonésia, alavancando turismo de Bali e uma base estimada de 31 milhões de adeptos no país.
Acordo abrange comércio eletrónico, mobile e loja física, com reabertura pós-requalificação e transição para operação sem numerário.
Clube londrino prepara ronda de capital para acelerar subida e consolidar-se na liga inglesa feminina; ligação a Alexia Putellas surge como peça de marketing e competitividade (não confirmado).
Fecho de contas a 30 de junho expõe estratégias distintas: evitar vendas em baixa, gerir acordos com a UEFA e preparar multas e limites de custos de plantel.
Grupo ativa Rexona/Sure e outras 34 marcas em mais de 120 mercados; renovação com a FIFA e Manchester City será avaliada após o torneio.
Instalação de assentos com barra no BetWright Stadium antecipa tendência na Inglaterra e alinha-se com projeto de novo estádio multiusos.
Da camisola retro de 1994 aos ‘sneakers’ de celebridades, as marcas usam o Mundial para vender fora do relvado enquanto direitos e patrocínios encarecem.