Messi compra a UE Cornellà e aposta na formação catalã
O oito vezes Bola de Ouro torna-se proprietário do clube do Baix Llobregat, com plano de longo prazo centrado em crescimento sustentável e talento jovem; valores não divulgados.
O oito vezes Bola de Ouro torna-se proprietário do clube do Baix Llobregat, com plano de longo prazo centrado em crescimento sustentável e talento jovem; valores não divulgados.
Receitas combinadas de 2024-2025 aproximam-se dos €600M. Atlético lidera em faturação e comercial; Real Sociedad fecha exercício com lucro e EBITDA robusto. Prémio da Taça mantém-se modesto face às magnitudes dos clubes.
Modelo de venda conjunta arranca em 2028/29, com sete manifestações de interesse; Taça da Liga poderá abrir a todas as equipas e janelas de transferências podem ser alargadas (em estudo).
Liga alemã de andebol aposta em evento-âncora, novos formatos e expansão internacional para aumentar receitas, audiência e valor comercial.
Liga confirma repartição comercial mais inclusiva, crescimento de 18% nos pagamentos em 2025-26 e prepara expansão com mais de 10 candidaturas a licenças permanentes.
Novos patrocínios globais e direitos de transmissão 2027-2031 elevam o bolo; distribuição tende a favorecer clubes da Champions League.
Os prejuízos do veículo que controla o Chelsea disparam, refletindo investimento agressivo em jogadores e reestruturação pós-compra.
Assembleia da liga italiana aprova transação que põe fim a anos de disputa sobre alegado cartel nos direitos internacionais; falta definir como repartir a verba pelos clubes.
Acordo foca experiências digitais e ativações no Emirates; Meta reforça aposta no desporto e Arsenal expande carteira comercial.
Chelsea, Newcastle, Aston Villa e Everton venderam equipas femininas e património imobiliário a entidades dos próprios proprietários para aliviar perdas e evitar sanções ao abrigo das novas regras da Premier League.
Clubes da Ligue 1 acumulam perdas de 466 M€ em 2024/25; Lyon sozinho representa 44% do buraco. Queda dos direitos de transmissão precipita crise.
Pressão regulatória e financeira força A‑CAP a vender ativos e a reestruturar, enquanto a carteira de clubes da 777 enfrenta perdas, litígios e incerteza.