Hartlepool United vendido a investidor norte‑americano Landon Smith
Negócio concluído a 31 de dezembro entrega o controlo total do clube da National League ao cofundador da Tailwind Group, com promessa de investimento e foco na sustentabilidade.
Negócio concluído a 31 de dezembro entrega o controlo total do clube da National League ao cofundador da Tailwind Group, com promessa de investimento e foco na sustentabilidade.
Clube projeta manter modelo associativo apesar da vaga de Sociedades Anónimas do Futebol no Brasil, apoiado numa receita acima de €315 M em 2025.
Operação de £44 milhões viabiliza pagamento aos acionistas e ajuda a cumprir as regras de Rentabilidade e Sustentabilidade (PSR) da Premier League
Infraestrutura de estádios, candidatura ao Mundial 2030 e política de bilhética colocam foco no retorno social e económico do plano estatal
Grupo controla 65% desde 2019 e decide sair após “exame comercial” e incerteza sobre o futuro da liga indiana; federação enfrenta défice de cerca de €2 milhões.
Celebrações ajudam a estratégia dos donos para ampliar notoriedade e receitas do clube galês; mercado de janeiro deverá ser discreto
Grupo de donos dos New England Patriots e outros fundos americanos compram activos e direitos no México para captar público hispânico e alavancar receita com a Copa do Mundo
Clube bretão fechou 2024/25 com resultado positivo graças a receitas excecionais, mas admite fragilidade estrutural do modelo e avança para captação de capital.
O Indicador de Custo do Trabalho Alargado (CLA) substitui o índice de liquidez e condiciona diretamente o mercado de transferências em Itália.
Grupos de adeptos coordenam greves de apoio e boicotes a deslocações; em causa estão cortes no setor visitante, a nova Lei do Futebol e obrigações dos direitos televisivos.
Direitos de transmissão, patrocínios e audiências impulsionam crescimento acima de 400% em uma década; ESPN assegura Libertadores até 2030 e LaLiga+/Movistar+ reforçam presença em Espanha.
Parte do plantel ameaça rescindir a custo zero se o clube não regularizar salários e prémios até 2 de janeiro; acionista admite vender 50% por cerca de €2 milhões para atrair investimento.