Euroliga mantém formato em 2026-27 e abre market pool a clubes sem licença
Liga confirma repartição comercial mais inclusiva, crescimento de 18% nos pagamentos em 2025-26 e prepara expansão com mais de 10 candidaturas a licenças permanentes.
Liga confirma repartição comercial mais inclusiva, crescimento de 18% nos pagamentos em 2025-26 e prepara expansão com mais de 10 candidaturas a licenças permanentes.
Novos patrocínios globais e direitos de transmissão 2027-2031 elevam o bolo; distribuição tende a favorecer clubes da Champions League.
Fundos e grupos empresariais norte‑americanos aceleram aquisições multi-clube na Europa, apostando em bilhética dinâmica, media digitais e reestruturação operacional — mas levantam questões sobre identidade e regulação.
Projecto do FC Barcelona combina escala, tecnologia e sustentabilidade para redefinir a experiência em dia de jogo e abrir novas fontes de receita.
Chelsea, Newcastle, Aston Villa e Everton venderam equipas femininas e património imobiliário a entidades dos próprios proprietários para aliviar perdas e evitar sanções ao abrigo das novas regras da Premier League.
Projeção da Deloitte aponta aceleração nas receitas globais, com futebol e basquetebol a concentrarem 70% do total e América do Norte a dominar
Com a proibição dos casinos e apostas a partir de 2026/27, clubes enfrentam vagas por preencher e receitas em risco; tecnologia, luxo e retalho surgem como candidatos.
Operador foca além dos direitos: pré e pós-jogo, personagens e presença digital contínua para elevar valorização do produto e retenção de audiência.
Montante recorde soma patrocínios, merchandising, hospitalidade e acordos regionais; distribuição por clubes e categorias não foi divulgada.
Dados de 2026 mostram pico histórico no custo médio por 17-19 anos; ligas europeias e Arábia Saudita alinham-se na mesma estratégia, com impacto em academias e sustentabilidade financeira.
Consultor chileno reclama €20 milhões por uso não autorizado de modelo competitivo; tribunal de Madrid limita-se a danos ocorridos em Espanha.
Com propostas não vinculativas até 31 de março, fundos e clubes italianos avaliam bilhetes de entrada entre €500M e €1.000M num modelo de franquias que pode redefinir o basquetebol europeu.