Aston Villa antecipa consulta aos adeptos em bilhética e políticas para 2026/27
Clube inglês reforça o Fan Advisory Board e amplia inquéritos e fóruns para elevar padrões de envolvimento e transparência na tomada de decisão.
Clube inglês reforça o Fan Advisory Board e amplia inquéritos e fóruns para elevar padrões de envolvimento e transparência na tomada de decisão.
Consulta pública encerra esta semana; Governo prepara proibição já em 2027. Clubes podem perder “dezenas de milhões”, com impacto em patrocínios de mangas, equipamentos de treino e publicidade de estádio.
GlobalData projeta 504,22 milhões de dólares em 2026-2027 (+1,7%), com finanças, viagens e tecnologia a preencher o vazio deixado pelas casas de apostas.
Fulham lidera preços, oito clubes superam €1,17 M; procura mantém-se alta com listas de espera em todos os emblemas.
Autoregulação evita proibição total e preserva milhões: contratos médios acima de 8 M€ por época deslocam-se do frontal da camisola para posições secundárias e roupa de treino.
Liga impõe rácio de custos do plantel, testa distribuição direta ao consumidor em Singapura e acelera substituição de patrocínios de apostas, enquanto reforça controlo sobre produção internacional.
Estudo Football 50 de 2026 aponta crescimento recorde global de €23,9 mil milhões; Milan regista a maior evolução percentual entre italianos e no mundo (2021–2026).
Direitos recorde, regras de custo do plantel, piloto “Premier League +” em Singapura e substituição de casas de apostas nas frentes de camisola marcam a época
Onze dos 20 clubes têm investidores norte‑americanos relevantes; direitos internacionais e liquidez atraem capital dos Estados Unidos
Plano decenal redistribui receitas para Championship, League One e League Two, sobe o “levy” de transferências e reduz o paracadute, sob o escrutínio do regulador independente.
Acordo considerado o mais valioso da história do clube; substitui Betano e surge num mercado pressionado pela proibição a casas de apostas nas camisolas
Clube italiano, adquirido por €850 mil em 2019, sobe à Liga dos Campeões e troca patrocínios clássicos por parcerias operacionais — com metas de break-even já no próximo ano.