Série A sonda fundos para vender até 49% da nova empresa de direitos internacionais
Até 30 investidores, de Apollo a Bain, mostram interesse. Meta: duplicar receitas externas de ~€250M/ano para >€500M.
Até 30 investidores, de Apollo a Bain, mostram interesse. Meta: duplicar receitas externas de ~€250M/ano para >€500M.
Presidente da UEFA defende integridade competitiva, critica calendário inflacionado e vê o futebol feminino como investimento; Serie A acelera cessão internacional dos direitos de TV a fundos.
Liga italiana prepara newco para o negócio internacional e avalia entrada de private equity; processo formal poderá avançar até ao final do mês.
Gestora que controla o Inter prepara-se para assumir o controlo da Atlantic Coast Life Insurance, no âmbito da reestruturação da A-Cap; operação insere-se na estratégia de integração entre capital de longo prazo e passivos de seguros.
Dados a apresentar no FT Business of Football Summit revelam lucros concentrados e perdas recorde em poucos emblemas; capital privado privilegia participações minoritárias
Gestora norte‑americana quer captar indivíduos de elevado património na Europa com um veículo para investir em clubes, ligas e media desportivo.
Gestora prevê €28–€47 mil M em oportunidades de origem de crédito no ecossistema; controlo maioritário no Atlético de Madrid foi a primeira grande jogada
Entrada da Apollo no Atlético de Madrid e modelo centralizado da CVC consolidam o futebol como classe de activos escalável; Arctos e Silver Lake apostam em inovação e expansão internacional.
Clube de Gary Neville e David Beckham vende participação à seguradora e gestora financeira norte‑americana, que assume posição de controlo e acordo comercial plurianual.
Plano de €7 mil milhões em empréstimos baratos foi abandonado em 2021. Clubes recorreram a financiamentos privados com taxas muito superiores.
Apollo prepara-se para controlar o Atlético de Madrid por cerca de €2,5 mil milhões; crescimento mais lento obriga a horizontes longos e aposta imobiliária de €800 milhões.
Wolves e Nottingham Forest recorrem a novos financiadores — PGIM e Apollo — num mercado de dívida cada vez mais competitivo e caro