NFL fecha 2025 com recordes de streaming, valorização média de €6,0 mil M por franquia e patrocínios em alta

Audiências sobem 10% e “Big Data + Panel” da Nielsen redefine a medição; saem Visa, entra American Express com acordo de €766 M

13 fev 2026 • há 13 horas • Leitura original: SportsPro (Ed Dixon)
NFL fecha 2025 com recordes de streaming, valorização média de €6,0 mil M por franquia e patrocínios em alta — SportsPro (Ed Dixon)

O que aconteceu

A temporada 2025 da National Football League (NFL) terminou com os Seattle Seahawks campeões do Super Bowl LX, num ano marcado por picos de audiência em televisão e plataformas de transmissão online (streaming), crescimento de 10% na fase regular, patrocínios em alta e vendas de participações a valorações recorde. As equipas atingiram, em média, €5,98 mil M (US$7,1 mil M), com todas as 32 franquias avaliadas acima de €4,21 mil M (US$5 mil M).

Por Que Importa

  • Receita de patrocínio das equipas subiu 8% para €2,27 mil M (US$2,7 mil M), reforçando a NFL como plataforma de marketing líder nos EUA.
  • O acordo reportado para substituir a Visa por American Express no segmento de cartões vale €766 M (US$910 M) por 7 anos, sinalizando inflação nos direitos de categoria.
  • A adoção do modelo Nielsen “Big Data + Panel” poderá reprecificar inventário publicitário, ao capturar melhor a audiência em streaming.
  • Valorações de franquias escalaram: média de €5,98 mil M, com os Dallas Cowboys nos €10,95 mil M (US$13 mil M), sustentando apetite de capital (incluindo private equity) e novas vendas de participações.

Números

  • Super Bowl LX (NBC): média 124,9 M nos EUA; pico 137,8 M — 2.º mais visto de sempre.
  • Regular season: média 18,7 M (+10% vs. 2024), 2.ª maior desde 1989.
  • Streaming: recordes em 2025 — Bears vs. Packers na Amazon Prime Video com 31,61 M (1.º jogo >30 M numa plataforma online); Lions vs. Vikings no Natal na Netflix com 27,5 M.
  • Patrocínios: setor financeiro > €253 M (US$300 M); >440 novas marcas; tecnologia adicionou 39 marcas.
  • Vendas de participações (valorações reportadas): Giants >€8,42 mil M (US$10 mil M); Patriots >€7,58 mil M (US$9 mil M); 49ers €7,24 mil M (US$8,6 mil M); Chargers (8%) comprados pela Arctos Partners.
  • Assistência doméstica: média 69.055 (-0,8% YoY), 97,6% de ocupação; internacional: 481.341 (+5,4%), com 7 jogos e lotação esgotada.

Contexto

  • Saída da Visa após 30 anos abre espaço a reposicionamento de benefícios e ativações no estádio e digital; substituição por American Express (não confirmada oficialmente) indica concorrência renovada em pagamentos.
  • Expansão internacional: 9 jogos fora dos EUA em 2026 (Austrália, França e regresso ao México), ampliando receitas de bilhética, hospitalidade e patrocínios locais.

E agora?

  • Expectativa de CPMs (custo por mil) mais altos em 2026, apoiados por métricas híbridas da Nielsen e novo patamar de audiências em streaming.
  • Continuidade do fluxo de investimento de private equity, após flexibilização recente das regras de participação minoritária na NFL, pode impulsionar liquidez secundária e obras em estádios.

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