Liverpool prepara expansão do retalho físico nos EUA para reforçar receitas
Clube quer abrir cadeia de lojas próprias nos Estados Unidos e aumentar rede global de 26 para 40 espaços até 2030, de olho nos 26 milhões de adeptos no país.
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FA sanciona o Chelsea por 74 infrações relacionadas com agentes, intermediários e investimento de terceiros; multa será canalizada para o futebol de base.
Falhada a compra por Daniel Kretinsky, os ex‑sócios do fundo saudita PIF no Newcastle entram no capital dos Hammers; clube encerrou 2024-2025 com prejuízo e queda de receita.
Projecto em Londres avança para obra em 2026 e entrega em 2028; autarquia aprova plano que procura financiadores para a renovação completa do estádio.
Operação sem valores divulgados marca a estreia da Footballco em serviços criativos e de produção, reforçando a oferta para marcas e detentores de direitos no mercado norte‑americano.
Expansão pode desvalorizar qualificações regionais e concentrar mais poder financeiro na FIFA; confederações e ligas europeias contestam
Negócio em estudo valoriza o clube acima de €5,28 mil milhões; Fenway Sports Group confirma conversações para venda de uma participação estratégica minoritária.
Novo acordo até 2032 eleva o pacote fixo para 70 M£ por época (c. 82 M€), com bónus até 15 M£; Real Madrid mantém a liderança.
Descanso poderá ir aos 25–30 minutos para acomodar atuação de estrelas; decisão visa espetáculo e receitas comerciais, mas levanta questões desportivas e regulatórias.
Adam Silver quer fechar as primeiras franquias europeias “nas próximas semanas”; gigantes do futebol e investidores institucionais na corrida, com EuroLeague a proteger território.
Clubes europeus seguem modelos dos EUA para ampliar receitas com restauração, eventos, bem‑estar, retalho e membros; caso Fulham ilustra a viragem estratégica.
Bex Smith defende modelo multi-clube dedicado ao futebol feminino para acelerar receitas, patrocínios pan-europeus e valorização de ativos, começando com Montpellier e FC Rosengård.