Amazon fecha série “All or Nothing” com o Manchester United por €12,8 M
Prime Video assegura acesso total aos bastidores em 2026/27 no maior acordo da franquia documental com um clube
Prime Video assegura acesso total aos bastidores em 2026/27 no maior acordo da franquia documental com um clube
Liga norte‑americana fecha parcerias com Amazon, Apple e Tubi para quatro séries e mais de 400 peças digitais, visando monetizar a “onda” do Mundial e projetar atletas como ativos de média.
Liga francesa admite distribuir Ligue 1 no Canal+, mas impõe fim de litígios e integração da OTT no pacote desportivo; valores não divulgados.
Mais jogos em canal aberto e distribuição alargada por NBC/Peacock, ABC/ESPN e Amazon Prime Video impulsionam máximos de sete e 24 anos em média e total de espectadores.
Para ver toda a época regular dos Yankees, um adepto em Nova Iorque pode precisar de até oito plataformas — e perto de 800 dólares — refletindo a corrida das ligas por mais receitas de transmissão.
Inquérito global da Altman Solon mostra viragem do consumo desportivo para digital; streamers privilegiam direitos premium e pacotes cirúrgicos, enquanto pirataria cresce entre jovens.
UEFA e clubes, via UC3, colocam a agência Relevent a liderar vendas globais; direitos e patrocínios sobem com pacotes de 4 épocas e nova hierarquia de parceiros. Receitas do ciclo atual já atingem €4,4 mil M.
Audiências sobem 10% e “Big Data + Panel” da Nielsen redefine a medição; saem Visa, entra American Express com acordo de €766 M
Ampere Analysis estima que a Amazon Prime Video concentre 27% da despesa mundial em direitos de desporto em plataformas de transmissão online, impulsionada pelo novo acordo com a NBA.
Estimativa da Ampere Analysis aponta subida de 7% face a 2025; Amazon Prime Video poderá investir €3,22 mil M e ultrapassar a DAZN.
Liga alemã aposta num modelo por mercados, combina alcance e receita no Reino Unido e expande oferta direta ao consumidor para colmatar falhas de transmissão.
Possível acordo entre Netflix e Warner Bros. Discovery acelera a consolidação; direitos desportivos permanecem o activo premium do entretenimento