Audiências nacionais da NBA sobem 16% no 1.º ano do novo contrato televisivo
Mais jogos em canal aberto e distribuição alargada por NBC/Peacock, ABC/ESPN e Amazon Prime Video impulsionam máximos de sete e 24 anos em média e total de espectadores.
Mais jogos em canal aberto e distribuição alargada por NBC/Peacock, ABC/ESPN e Amazon Prime Video impulsionam máximos de sete e 24 anos em média e total de espectadores.
Para ver toda a época regular dos Yankees, um adepto em Nova Iorque pode precisar de até oito plataformas — e perto de 800 dólares — refletindo a corrida das ligas por mais receitas de transmissão.
Inquérito global da Altman Solon mostra viragem do consumo desportivo para digital; streamers privilegiam direitos premium e pacotes cirúrgicos, enquanto pirataria cresce entre jovens.
UEFA e clubes, via UC3, colocam a agência Relevent a liderar vendas globais; direitos e patrocínios sobem com pacotes de 4 épocas e nova hierarquia de parceiros. Receitas do ciclo atual já atingem €4,4 mil M.
Audiências sobem 10% e “Big Data + Panel” da Nielsen redefine a medição; saem Visa, entra American Express com acordo de €766 M
Ampere Analysis estima que a Amazon Prime Video concentre 27% da despesa mundial em direitos de desporto em plataformas de transmissão online, impulsionada pelo novo acordo com a NBA.
Estimativa da Ampere Analysis aponta subida de 7% face a 2025; Amazon Prime Video poderá investir €3,22 mil M e ultrapassar a DAZN.
Liga alemã aposta num modelo por mercados, combina alcance e receita no Reino Unido e expande oferta direta ao consumidor para colmatar falhas de transmissão.
Possível acordo entre Netflix e Warner Bros. Discovery acelera a consolidação; direitos desportivos permanecem o activo premium do entretenimento
Plataformas globais testam o futebol europeu: Paramount+ supera Netflix na Alemanha e mira Reino Unido; disputa por pacotes da Premier League e EUA pode aquecer receitas de direitos.
Paramount+ entra na Liga dos Campeões, Amazon mantém topo de quarta‑feira e DAZN assegura Liga Europa e Conference; free-to-air praticamente desaparece.
Grupo norte‑americano é escolhido preferencial para 2027-2031 no Reino Unido e Alemanha; oferta supera concorrência e redesenha o tabuleiro dos direitos na Europa