Premier League cresce para €9,55 mil M, mas fecha 2024/25 com prejuízo agregado de €892 M
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
Os prejuízos do veículo que controla o Chelsea disparam, refletindo investimento agressivo em jogadores e reestruturação pós-compra.
Chelsea, Newcastle, Aston Villa e Everton venderam equipas femininas e património imobiliário a entidades dos próprios proprietários para aliviar perdas e evitar sanções ao abrigo das novas regras da Premier League.
Liga italiana prepara newco para o negócio internacional e avalia entrada de private equity; processo formal poderá avançar até ao final do mês.
Regulador Independente do Futebol acelera procura por especialistas; Wrexham abre estágios para paralegais. Salários de liderança rondam €149 mil.
Grupo apoiado pela Sixth Street fecha acordo para cerca de 80% do capital; valor não divulgado. Estrutura difere dos casos Chelsea, Aston Villa e Everton e reduz potencial impacto em PSR.
Com a proibição dos casinos e apostas a partir de 2026/27, clubes enfrentam vagas por preencher e receitas em risco; tecnologia, luxo e retalho surgem como candidatos.
Liga inglesa alerta para impacto económico e para a proteção de propriedade intelectual, num contexto em que os planos para uso de conteúdos com direitos por IA, sem autorização, foram abandonados.
Entidade conduz reunião com clubes das Séries A e B para preparar liga unificada; prioridade é elevar qualidade do “produto” até às negociações de direitos a partir de 2030.
Operador foca além dos direitos: pré e pós-jogo, personagens e presença digital contínua para elevar valorização do produto e retenção de audiência.
Clube com capital norte-americano (Ron Fowler, Harvey Jabara e Landon Donovan) garante promoção 65 anos depois, operando muito abaixo dos orçamentos de rivais.
Clubes ingleses pagaram cerca de €527,3M em comissões entre 2025, com Chelsea no topo; Itália totaliza €249,4M e mantém tendência de subida.