Ares perto de assumir controlo do Olympique Lyonnais
Gestora norte‑americana prepara acordo para ficar com a maioria do clube francês; valores não divulgados.
Gestora norte‑americana prepara acordo para ficar com a maioria do clube francês; valores não divulgados.
Receitas médias caem para €120,3M e perdas sobem para €459M; incerteza nas transmissões domesticas e fim do impulso da CVC pressionam salários e estratégia dos clubes.
Base de dados da Off The Pitch mostra crescimento residual desde 2024/25; quedas, colapsos e menos ativos disponíveis travam novos negócios, enquanto investimentos concentram-se em clubes já integrados em redes
Desde a chegada ao Lyon, os jogos com Endrick superaram até partidas do Paris Saint-Germain na plataforma de transmissão online CazéTV.
Proposta aprovada no Senado regressa a 18 de maio e pode criar uma "sociedade de clubes", reforçando poderes da Federação Francesa de Futebol.
Clubes da Ligue 1 acumulam perdas de 466 M€ em 2024/25; Lyon sozinho representa 44% do buraco. Queda dos direitos de transmissão precipita crise.
Apenas 5 dos 20 clubes da Primeira Divisão espanhola vendem o nome do estádio; Allianz, Emirates e Etihad consolidam modelo noutros mercados.
Operador japonês assegura todas as competições de clubes da UEFA, via acordo com a UC3 (UEFA e European Club Association), e estreia-se na UEFA Women’s Champions League até 2030.
Dados a apresentar no FT Business of Football Summit revelam lucros concentrados e perdas recorde em poucos emblemas; capital privado privilegia participações minoritárias
Credor norte-americano pondera converter dívida em controlo da holding multi-clubes que inclui Olympique Lyonnais, Botafogo e RWDM; eventual mudança poderá redefinir prioridades e financiamento.
Com 4,21 milhões de espectadores nas primeiras 17 jornadas de 2025/26, a liga francesa regista máximos de ocupação e bilhética, enquanto prepara a sua própria “Ligue 1 +” após falhanço do concurso de TV.
Atlético de Madrid, Espanyol, Udinese, Verona e Monza mudaram de mãos; Getafe poderá ser o próximo. Pressão financeira e estratégia de grupos multipropriedade marcam o ano.