Newcastle fecha patrocínio de treino com SumUp por €17,5 M em três anos
A fintech entra na frente da camisola de treino; pacote de ativos de treino passa a render cerca de €12,8 M/ano, acima do previsto.
A fintech entra na frente da camisola de treino; pacote de ativos de treino passa a render cerca de €12,8 M/ano, acima do previsto.
Direitos recorde, regras de custo do plantel, piloto “Premier League +” em Singapura e substituição de casas de apostas nas frentes de camisola marcam a época
Fundo soberano da Arábia Saudita acelera investimentos: receitas +9% para $120 mil milhões e reforço do financiamento à Saudi Pro League e ao Newcastle.
Com a proibição de patrocínios de apostas na frente da camisola, seis clubes fecharam com fintechs e bancos; tecnologia ganha espaço e contratos topo mantêm-se nos gigantes.
Falhada a compra por Daniel Kretinsky, os ex‑sócios do fundo saudita PIF no Newcastle entram no capital dos Hammers; clube encerrou 2024-2025 com prejuízo e queda de receita.
ROSHN, do fundo soberano PIF, contrata o JPMorgan para captar investidores num modelo de lease & leaseback, perante défice orçamental e atrasos em megaprojectos.
Relevent Sports e a saudita Sela (ligada ao fundo PIF) são finalistas para comercializar Europeus, Qualificações e Liga das Nações a partir de 2028-29.
De campeão em 2016 a provável League One, com défice estrutural, dívida elevada e sanção de 6 pontos por fair play financeiro
Multas ultrapassam os €80 milhões, com acordos de liquidação e limites à inscrição de jogadores a marcar a nova vaga de cumprimento financeiro
Nova entrada de capital eleva para €386 M o apoio dos donos desde 2022; verba é para fundo de maneio, não exclusivamente para transferências.
Acordo de três épocas inclui naming do centro de treinos e variável por objetivos, reforçando receitas não ligadas ao fundo saudita.
Fundo soberano saudita ajusta a estratégia: corta compromisso com o LIV Golf, mas mantém aposta em projectos ligados à FIFA. Impacto varia por competições e parceiros comerciais.