Leicester: da epopeia na Premier League ao colapso financeiro e desportivo
De campeão em 2016 a provável League One, com défice estrutural, dívida elevada e sanção de 6 pontos por fair play financeiro
De campeão em 2016 a provável League One, com défice estrutural, dívida elevada e sanção de 6 pontos por fair play financeiro
Multas ultrapassam os €80 milhões, com acordos de liquidação e limites à inscrição de jogadores a marcar a nova vaga de cumprimento financeiro
Nova entrada de capital eleva para €386 M o apoio dos donos desde 2022; verba é para fundo de maneio, não exclusivamente para transferências.
Acordo de três épocas inclui naming do centro de treinos e variável por objetivos, reforçando receitas não ligadas ao fundo saudita.
Fundo soberano saudita ajusta a estratégia: corta compromisso com o LIV Golf, mas mantém aposta em projectos ligados à FIFA. Impacto varia por competições e parceiros comerciais.
Ex-proprietário da UD Almería estuda investir no histórico clube do Championship; operação não envolveria o fundo soberano saudita (PIF).
Distribuição total supera €3,47 mil M, impulsionada pelos direitos internacionais e por um salto nas verbas de mérito por posição
Temporal substitui a casa de apostas Net88 nas camisolas, sinalizando uma mudança de categorias de receita na Premier League perante o fim dos patrocínios frontais de jogo em 2026/27.
Fundo público saudita pondera diluir posição de 85% para acelerar investimento em infraestruturas; avaliação interna pode chegar a €5,77 mil milhões.
O fundo soberano saudita ativa a presença na competição através da Savvy Games Group e da Qiddiya City; Aramco mantém-se como patrocinador principal da FIFA com cerca de 90 M€ anuais.
Clube quer travar revenda ilegal e bots com verificação obrigatória de identidade e janela de candidatura a bilhetes; Trust de adeptos fala em perda de acesso para quem acumula pontos de lealdade.
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.