Premier League cresce para €9,55 mil M, mas fecha 2024/25 com prejuízo agregado de €892 M
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
Chelsea, Newcastle, Aston Villa e Everton venderam equipas femininas e património imobiliário a entidades dos próprios proprietários para aliviar perdas e evitar sanções ao abrigo das novas regras da Premier League.
Opinião defende que manobras para cumprir regras financeiras criam folga contabilística temporária e arriscam coerência estratégica a longo prazo.
Estruturação de ativos imobiliários gera lucro contabilístico de €153,1 M e ajuda a cumprir regras de sustentabilidade, mas UEFA não reconhece vendas de ativos fixos
Fundos do Qatar e da Arábia Saudita, bem como a RedBird, preparam licenças para Paris, Londres e Milão; taxas podem ultrapassar 1 mil milhão de dólares por mercado
Conflito regional aumenta risco reputacional e operacional, mas Golfo deverá proteger ativos estratégicos como PSG, Manchester City e Newcastle para manter influência.
Pausa internacional inclui Sexta‑Feira Santa e Segunda‑feira de Páscoa, forçando paragem inédita no topo do futebol inglês desde 1997
Liga lança “Premier League +” em modelo direto-ao-consumidor (D2C) por seis anos; projeto-piloto poderá redesenhar a venda de direitos fora do Reino Unido.
Janela de inverno de 2026 fechou com €469 M, longe do pico de verão e com oito emblemas — entre eles Manchester United, Chelsea e Newcastle — sem pagar transferências.
Entrada da Apollo no Atlético de Madrid e modelo centralizado da CVC consolidam o futebol como classe de activos escalável; Arctos e Silver Lake apostam em inovação e expansão internacional.
Liga feminina inglesa reporta zero incidentes e maior satisfação dos adeptos; decisão poderá pressionar revisão das regras nos estádios masculinos
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.