Grasshopper perto de nova venda: investidores chineses regressam ao GCZ
Grupo Bridge Football Group negocia aquisição ao consórcio ligado ao Los Angeles FC; advogado com assento na FIFA apontado à presidência.
Grupo Bridge Football Group negocia aquisição ao consórcio ligado ao Los Angeles FC; advogado com assento na FIFA apontado à presidência.
Federação espanhola acelera receitas com novos patrocinadores (Google, Loewe, Iberdrola) e detalha €51M/ano da Supertaça na Arábia Saudita; direitos da Taça do Rei superam €43M.
Apesar de falhar a qualificação, empresas chinesas reforçam patrocínios, fornecimento e tecnologia do torneio nos EUA, Canadá e México.
Dados da Organização Mundial da Propriedade Intelectual revelam que tecnologia desportiva cresce o dobro do ritmo global em patentes, marcas e desenhos; Ásia lidera I&D e ferramentas como o fora‑de‑jogo semiautomatizado consolidam-se no futebol.
FIFA e China Media Group fecham parceria com a plataforma “RedNote” para emitir todos os jogos no país; estimativa do mercado aponta para cerca de $60M, muito abaixo do pedido inicial (não confirmado).
Grupo chinês será parceiro global em IA, computação na nuvem e comércio eletrónico entre 2027 e 2033; ativação via Alibaba Cloud, Qwen e AliExpress.
Panorama atualizado da propriedade na Segunda División revela capital internacional crescente e modelos associativos ainda presentes.
CMG/CCTV assegura exclusividade em televisão e digital; Índia continua sem acordo, com metas de receita em revisão
A cinco semanas do pontapé de saída, a ausência de contratos nos dois maiores mercados populacionais ameaça audiências e receitas; proposta indiana ronda €17 M, muito abaixo do pedido inicial.
A liga espanhola fecha parceria estratégica com o líder da Superliga Chinesa para profissionalização, estrutura e formação, consolidando-se como parceiro de referência no mercado chinês.
Após tentativas falhadas para Miami, o presidente Javier Tebas aponta agora ao mercado chinês para um encontro do campeonato espanhol fora de portas.
Relatório da PricewaterhouseCoopers aponta mudança estrutural no consumo: conteúdos curtos, centrados em personalidades e com maior controlo de propriedade intelectual atraem capital e audiência.