Nostalgia vende: porque os clubes e marcas de futebol travaram a inovação
Efeito retro domina 2026, de camisolas a botas, porque converte em vendas — mas arrisca estagnar a próxima geração de produtos e receitas.
Efeito retro domina 2026, de camisolas a botas, porque converte em vendas — mas arrisca estagnar a próxima geração de produtos e receitas.
Acordos com CMC Markets (frente) e Stake (manga) elevam receitas comerciais e reforçam o orçamento para o plantel.
Clube londrino prepara ronda de capital para acelerar subida e consolidar-se na liga inglesa feminina; ligação a Alexia Putellas surge como peça de marketing e competitividade (não confirmado).
Fecho de contas a 30 de junho expõe estratégias distintas: evitar vendas em baixa, gerir acordos com a UEFA e preparar multas e limites de custos de plantel.
Grupo ativa Rexona/Sure e outras 34 marcas em mais de 120 mercados; renovação com a FIFA e Manchester City será avaliada após o torneio.
Internacional espanhol entra no capital do clube da A-League, com participação minoritária de longo prazo; termos comerciais não divulgados.
FIFA e European Football Clubs avançam para ‘joint venture’; mais vagas europeias visam elevar receitas após dificuldades na venda de direitos
BK Häcken anuncia a venda “mais cara de sempre” no futebol feminino; montante não divulgado deverá superar €1,38 M
Patrocínio anual de €87,2 M até 2034 coloca a petrolífera saudita no topo da hierarquia comercial da FIFA e reforça a dependência dos seus “petrodólares”.
Grupo apoiado pela Sixth Street entra no mercado inglês com foco em crescimento sustentável e profissionalização, mantendo o clube com participação minoritária.
Operação via Gamechanger 20 replica o “modelo Atalanta”: entrada de capital estrangeiro com continuidade local na gestão; valores não divulgados.
Parceria plurianual mantém-se; ativações do Mundial são ajustadas para a Premier League. Custos de produção já incorridos serão reaproveitados.