Liga inglesa: lugares anuais atingem €3,73 M e cinco clubes congelam preços
Fulham lidera preços, oito clubes superam €1,17 M; procura mantém-se alta com listas de espera em todos os emblemas.
Fulham lidera preços, oito clubes superam €1,17 M; procura mantém-se alta com listas de espera em todos os emblemas.
Liga feminina inglesa cresce 40% em 2024-25 e projecta £121M em 2025-26, porém o rácio salários/receitas ainda é elevado e o fosso entre clubes atinge 16:1.
Nova entrada de capital eleva para €386 M o apoio dos donos desde 2022; verba é para fundo de maneio, não exclusivamente para transferências.
Órgão de Controlo Financeiro da UEFA avalia se há “influência decisiva” comum antes das competições europeias; cenário recuerda medidas aplicadas ao Manchester United–Nice em 2024.
Investimento reforça a City Football Academy e dá às campeãs da Women’s Super League mais recursos de alto rendimento
Clube avança com plano para recinto de 10.000 lugares para a equipa da Women’s Super League, ligado por ponte ao estádio principal; abertura apontada até 2030-31, sujeita a licenças.
Clube detido por adeptos alia-se à Jamestown Analytics e recebe €11,5 M de Tony Bloom, desafiando a hegemonia de Celtic e Rangers com recrutamento de baixo custo.
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
Clube com capital norte-americano (Ron Fowler, Harvey Jabara e Landon Donovan) garante promoção 65 anos depois, operando muito abaixo dos orçamentos de rivais.
Estimativa aponta para €23 M por ano durante 10 anos para o “New Trafford”, reforçando o financiamento do projecto de 100 mil lugares.
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.
Ano de marcos em infraestruturas desportivas: aberturas em Hong Kong, Liverpool e Valência; regressos parciais ao Spotify Camp Nou; e anúncios-âncora em Manchester, Milão e Kansas City.