Real Madrid e Athletic lideram receita por sócio; LaLiga supera €315,6M em quotizações
Clubes espanhóis elevam preços e flexibilizam pacotes de adesão. Média por sócio na Primeira Divisão ronda €330, mas Madrid (€659) e Athletic (€615) destacam-se.
Clubes espanhóis elevam preços e flexibilizam pacotes de adesão. Média por sócio na Primeira Divisão ronda €330, mas Madrid (€659) e Athletic (€615) destacam-se.
Controlo direto do retalho, aceleração no comércio eletrónico e parceria com a Nike colocam o clube no topo da categoria de vestuário e licenciamento; total de receitas atinge €989M.
Relatório da Uefa aponta €28,6 mil M em 2024, crescimento mais lento; Premier League lidera com €7,45 mil M e concentra ganhos de TV. Chelsea regista prejuízo histórico e capital privado acelera aquisições.
Grupo sediado no Dubai compra a participação detida via Brookfield Capital e assegura assento no conselho do clube e da Blue Crow; operação não divulgou valores.
Clubes ampliam áreas VIP e clubes de empresas, digitalizam a gestão de convidados e integram hospitality com patrocínios para gerar receita todo o ano.
Acordo de princípios entre UEFA, Real Madrid, EFC e A22 encerra litígios e abre mesa para sustentabilidade e direitos audiovisuais — valores não divulgados.
Investidores liderados por Donnie Nelson terão um acordo preliminar para adquirir a licença da Serie A italiana e relocalizar a equipa para Roma, alvo prioritário da nova liga europeia da NBA prevista para 2027.
Plano inclui operação da equipa e obras em Vinhedo; venda recorde de Amanda Gutierres ajuda a financiar o projeto
Sem Champions e com cortes na equipa comercial, o clube procura novo patrocinador para treino e manga, enquanto ajusta a relação com parceiros e governação sob influência da INEOS.
Saída das casas de apostas da frente das camisolas na Premier League pode baixar preços e acelerar modelos de parceria mais criativos — com marcas de grande consumo a olharem para a Women’s Super League.
Janela de inverno de 2026 fechou com €469 M, longe do pico de verão e com oito emblemas — entre eles Manchester United, Chelsea e Newcastle — sem pagar transferências.
Estádios voltam ao centro da estratégia de receitas: Bernabéu impulsiona Madrid no topo absoluto, enquanto o Paris Saint‑Germain maximiza euros por assento por evento.