FC Barcelona investe na Drelife para lançar canal oficial de segunda mão

Clube catalão entra na economia circular do retalho desportivo via BIHUB e Barça Licensing & Merchandising, visando receitas recorrentes e controlo de autenticidade.

21 abr 2026 • 09:36 • Leitura original: Palco23
FC Barcelona investe na Drelife para lançar canal oficial de segunda mão — Palco23

O que aconteceu

O FC Barcelona, através do seu hub de inovação Barça Innovation Hub (BIHUB), investiu na Drelife, startup de soluções de economia circular para o retalho, e envolverá a Barça Licensing & Merchandising (BLM) para criar um canal oficial de produtos em segunda vida. O clube afirma que a operação integrará o circuito de loja oficial, assegurando controlo de qualidade, autenticidade e serviço. Valores não divulgados.

Por Que Importa

  • Abre um novo fluxo de receitas: monetização recorrente de stocks existentes, devoluções e artigos usados/autenticados, reduzindo dependência de lançamentos sazonais.
  • Integração na BLM garante margem e dados do cliente dentro do ecossistema do clube, evitando plataformas externas e comissões de terceiros.
  • Reforça a estratégia de sustentabilidade (economia circular), com potencial impacto positivo em reputação e conversão junto de adeptos sensíveis ao tema.
  • Cria um modelo replicável na indústria, posicionando o Barça como primeiro grande clube a formalizar um canal oficial de segunda mão.

Contexto

  • O investimento alinha-se com a missão do BIHUB de acelerar empresas tecnológicas com capacidade de transformação na indústria desportiva, oferecendo capital, acesso ao ecossistema do clube e implementação global.
  • Esta é a 15.ª startup no portefólio do BIHUB, que inclui Visualfy, Oliver, Onalabs, CeleBreak, Made of Genes, Fyxbody, Rimbarlat, Genomcore, Omniscope, Riterz, Metrica Sports, Admefy, AdSpective e Scircle.

Entre Linhas

  • A centralização do canal na BLM indica foco em controlo de autenticidade (combate a contrafação) e gestão de garantias, elementos críticos para preservar valor da marca.
  • A operação pode otimizar capex em merchandising ao prolongar o ciclo de vida do produto e melhorar o retorno do investimento (ROI) em coleções passadas.

E agora?

  • Espera-se integração do canal de segunda vida na loja oficial, com processos de triagem, certificação e precificação dinâmica (não confirmado).
  • Escalabilidade internacional dependerá de logística inversa, normas fiscais locais e aceitação dos adeptos; KPIs prováveis: margem por artigo, taxa de recompra e redução de desperdício.

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