Ares perto de assumir controlo do Olympique Lyonnais
Gestora norte‑americana prepara acordo para ficar com a maioria do clube francês; valores não divulgados.
Gestora norte‑americana prepara acordo para ficar com a maioria do clube francês; valores não divulgados.
Até 30 investidores, de Apollo a Bain, mostram interesse. Meta: duplicar receitas externas de ~€250M/ano para >€500M.
Presidente da UEFA defende integridade competitiva, critica calendário inflacionado e vê o futebol feminino como investimento; Serie A acelera cessão internacional dos direitos de TV a fundos.
Liga italiana prepara newco para o negócio internacional e avalia entrada de private equity; processo formal poderá avançar até ao final do mês.
Gestora norte‑americana quer captar indivíduos de elevado património na Europa com um veículo para investir em clubes, ligas e media desportivo.
Credor norte-americano pondera converter dívida em controlo da holding multi-clubes que inclui Olympique Lyonnais, Botafogo e RWDM; eventual mudança poderá redefinir prioridades e financiamento.
Credora deverá assumir a Eagle Football Holdings após acionar cláusula de proteção; impacto sobre financiamento da SAF do Botafogo é imediato e aumenta risco de recuperação judicial
Global Sport Group, veículo da CVC, procura dívida para novas aquisições em ligas e clubes com potencial de crescimento comercial, mantendo flexibilidade para vender uma fatia minoritária ou avançar para bolsa.
Plano de €7 mil milhões em empréstimos baratos foi abandonado em 2021. Clubes recorreram a financiamentos privados com taxas muito superiores.
Apollo prepara-se para controlar o Atlético de Madrid por cerca de €2,5 mil milhões; crescimento mais lento obriga a horizontes longos e aposta imobiliária de €800 milhões.
Fundo norte-americano torna-se acionista de referência; clube mantém liderança executiva e prepara investimento em infraestruturas, incluindo a Cidade do Desporto.
Oferta combina dinheiro e ações do grupo multi-clube Eagle; Fosun prefere venda minoritária e rejeita ações. Disputas com financiadores e processos em curso fragilizam a posição do investidor.