Adidas injeta €100 M na Bundesliga e prolonga bolas oficiais até 2034
Investimento reforça marketing central da Deutsche Fussball-Liga e incentiva expansão internacional das 36 sociedades desportivas, mas pode enfrentar ceticismo dos adeptos.
Investimento reforça marketing central da Deutsche Fussball-Liga e incentiva expansão internacional das 36 sociedades desportivas, mas pode enfrentar ceticismo dos adeptos.
Fusão cria plataforma com ~12 milhões de subscritores na Alemanha, junta Bundesliga, DFB-Pokal e Premier League sob o mesmo teto e promete mais jogos em canal aberto — com preços segmentados por “carteiras”.
Com 85% dos clubes da Bundesliga e 2. Bundesliga a manter 18+ jogadores abaixo de 450 minutos/época, a nova competição visa dar rodagem competitiva sem foco comercial.
Programa “Fortuna For All” sobe para cinco jogos em casa sem bilheteira; patrocínios já superam direitos televisivos, porém a performance na 2. Bundesliga trava o plano inicial de 17 jogos gratuitos.
Liga alemã acelera automatização de eventos de jogo e outras aplicações com inteligência artificial.
DFL implementa regra de custos do plantel faseada entre 2026-27 e 2028-29, alinhada com o modelo de sustentabilidade financeira da UEFA, com sanções graduais para incumpridores.
Regra inspirada na UEFA fixa teto de 70% das receitas desportivas para o orçamento de plantel e cria um catálogo de penalizações até à dedução de pontos e proibição de registos.
Liga Alemã fecha 2024/25 com €6,33 mil milhões em faturação; mais clubes dão lucro e discute-se limite de custos de plantel.
Ex-parceiro da Gazprom, o Schalke 04 obteve 500 mil €; o Borussia Dortmund arrecadou 5,5 M€ em ajudas ligadas ao choque energético pós-invasão da Ucrânia.
Alteração estatutária aprovada por 36 clubes alarga fontes de liquidez além dos bancos e pode aliviar pressão de tesouraria na Bundesliga e 2.ª Liga.
Inquérito a 6.541 membros e adeptos aponta 85% a favor de participação nas decisões, num momento-chave para a avaliação do Bundeskartellamt (autoridade da concorrência).
Fernando Carro alerta que sem um limite internacional a Liga dos Campeões pode perder atratividade face ao poder económico inglês.