Universidade de Desporto de Guangzhou assume academia Evergrande em reestruturação de 89M
Tribunal aprova investimento para saldar dívidas e converter a escola numa nova campus universitária, salvaguardando ativos e continuidade formativa
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Autoregulação evita proibição total e preserva milhões: contratos médios acima de 8 M€ por época deslocam-se do frontal da camisola para posições secundárias e roupa de treino.
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
O avançado do Chelsea protegeu a sua celebração como marca registada, consolidando controlo comercial sobre imagem e merchandising antes do Mundial.
Novas parcerias e pilotos em áudio acessível, vigilância com drones, ecrãs LED, deteção de armas e tracking óptico estão a redesenhar a experiência e as operações em estádios.
Consulta pública propõe vedar marcas de jogo não licenciadas no Reino Unido aos contratos de patrocínio com clubes da principal liga inglesa
Ex-RB Leipzig Felix Kruger compra 75% do SU Sintrense e monta estrutura de análise e scouting para valorizar ativos, captar turistas e profissionalizar operações na quarta divisão
Janela de inverno de 2026 fechou com €469 M, longe do pico de verão e com oito emblemas — entre eles Manchester United, Chelsea e Newcastle — sem pagar transferências.
Primeiro-ministro britânico levou uma bola oficial da Premier League para Xi Jinping, explorando o peso de marca do futebol inglês nas relações comerciais Reino Unido–China.
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.
Atlético de Madrid, Espanyol, Udinese, Verona e Monza mudaram de mãos; Getafe poderá ser o próximo. Pressão financeira e estratégia de grupos multipropriedade marcam o ano.
Dependência de direitos de transmissão, perdas operacionais anuais e risco de descida colocam pressão em Fosun para capital novo ou desinvestimento.