Crystal Palace poderá mudar de dono após uma década: proprietários dos EUA avaliam venda
Grupo liderado por Josh Harris, John Textor, David Blitzer e Woody Johnson iniciou contactos exploratórios; avaliação apontada ronda as £600M (não confirmado).
Grupo liderado por Josh Harris, John Textor, David Blitzer e Woody Johnson iniciou contactos exploratórios; avaliação apontada ronda as £600M (não confirmado).
Comissão independente atribui indemnização com base em “perda de oportunidade”, abrindo a porta a novos pedidos de compensação por quebras das regras financeiras.
Após renúncia devido a alegações a serem divulgadas pela BBC, maior acionista pondera alienar 38,8%. Rebaixamento e contas no vermelho tornam a equação mais complexa — mas o ativo continua apetecível.
A saída de Alexia do Barcelona reacende o debate: investimento agressivo e redes multi-clube podem acelerar o crescimento — mas com riscos para integridade competitiva e governação.
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
A renovação de 10 anos do equipamento do Manchester City com a Puma e outros acordos levaram o mercado britânico de patrocínios a €6,16 mil milhões em 2025, mais 10,5%, contribuindo para €34,4 mil milhões na Europa.
Novas parcerias e pilotos em áudio acessível, vigilância com drones, ecrãs LED, deteção de armas e tracking óptico estão a redesenhar a experiência e as operações em estádios.
Consulta pública propõe vedar marcas de jogo não licenciadas no Reino Unido aos contratos de patrocínio com clubes da principal liga inglesa
Janela de inverno de 2026 fechou com €469 M, longe do pico de verão e com oito emblemas — entre eles Manchester United, Chelsea e Newcastle — sem pagar transferências.
Estimativa aponta para €23 M por ano durante 10 anos para o “New Trafford”, reforçando o financiamento do projecto de 100 mil lugares.
Ineos quer sair do OGC Nice por menos de €200 M, abaixo dos €250 M inicialmente, num movimento que visa simplificar a propriedade multi-clube e limitar riscos regulatórios.
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.