Ligue 1+ baixa preço para captar subscritores antes do OM–PSG
Plataforma oficial do futebol francês lança campanha de 12 meses com entrada a 9,99 € para acelerar aquisição em torno do “Le Classique”.
Plataforma oficial do futebol francês lança campanha de 12 meses com entrada a 9,99 € para acelerar aquisição em torno do “Le Classique”.
Fundo norte‑americano Entrepreneur Equity Partners adquire 13,93% e empresário Jean‑Paul Lempereur entra com 2,79%; operação ronda “um pouco menos” de €30 milhões.
Receitas médias caem para €120,3M e perdas sobem para €459M; incerteza nas transmissões domesticas e fim do impulso da CVC pressionam salários e estratégia dos clubes.
Liga francesa admite distribuir Ligue 1 no Canal+, mas impõe fim de litígios e integração da OTT no pacote desportivo; valores não divulgados.
Plataforma fecha acordo multianual com a Liga de Futebol Profissional de França e estreia a 13 de maio com RC Lens–PSG gratuito mediante registo.
Clubes da Ligue 1 acumulam perdas de 466 M€ em 2024/25; Lyon sozinho representa 44% do buraco. Queda dos direitos de transmissão precipita crise.
Receitas de TV encolheram de cerca de 30 M€ para 7–8 M€ em seis anos; projeto de novo estádio foi abandonado e clube admite entrada de investidores.
FIFA atribui os direitos do Mundial 2026 à beIN Sports, fragiliza a plataforma Ligue 1+ e reacende disputa interna no futebol francês.
Com 4,21 milhões de espectadores nas primeiras 17 jornadas de 2025/26, a liga francesa regista máximos de ocupação e bilhética, enquanto prepara a sua própria “Ligue 1 +” após falhanço do concurso de TV.
Negócio inclui abatimentos por obrigações prévias: proibição de direitos de nome e reembolso de obras do Euro 2016.
Sem receitas garantidas de transmissão, dirigentes admitem planeamento sem verbas televisivas e apontam falhas de governação na liga francesa.