CBF projeta crescer 33,3% em 2026 com novos patrocinadores e novo ciclo com a Nike
Receitas próprias previstas em R$1,6 mil milhões (€272M) e orçamento agregado de R$2,7 mil milhões (€459M); 2025 fechou com défice de R$182,5M
Receitas próprias previstas em R$1,6 mil milhões (€272M) e orçamento agregado de R$2,7 mil milhões (€459M); 2025 fechou com défice de R$182,5M
Rutura expõe fragilidade na governança da Liga do Futebol Brasileiro e reabre o tabuleiro de negociações de direitos com a Globo e da futura liga sob a CBF.
Queda de 8,4% na receita total e de 12% em direitos de transmissão; défice de €31,44 M impulsionado por custos operacionais e administrativos (+110,5%).
Parceria FIFA–YouTube não altera contratos locais: CazéTV segue exclusiva no YouTube no Brasil; Globo, SBT e N Sports preservam os seus direitos televisivos
Emissora assegura 76 jogos por época, com transmissões em TV por assinatura e YouTube gratuito; ecossistema de difusão da prova fica mais fragmentado e competitivo.
Disney assegura 228 dos 342 jogos em exclusivo via Disney+ e ESPN; Globo fica com Náutico e São Bernardo, enquanto RedeTV!, Xsports, Goat e SportyNet repartem 114 partidas.
A liga alemã duplica base de fãs no Brasil desde 2018 e renova um pacote multiplataforma com Globo/SporTV, CazéTV, Canal Goat e XSports para 2026/27–2028/29.
Oferta do Banco Daycoval para antecipação de receitas cai, governança da Libra entra em vazio e clubes avaliam migração para a FFU; impacto financeiro imediato ronda dezenas de milhões de euros
DFL assegura distribuição multiplataforma em espanhol e inglês; valores e duração não divulgados. Pacote cobre 309 jogos por época.
CBF estende a competição de janeiro a dezembro e mantém direitos fragmentados entre FFU e Libra; Globo e CazéTV ampliam carteiras de patrocinadores
Acordo combina €5,58 M (R$35 M) fixos da Globo, €5,10 M (R$32 M) em espaços de programação e receitas de naming rights e placas via Brax, totalizando cerca de €15,94 M (R$100 M).
Estratégia multiplaforma da Globo reforça Globoplay e canais FAST, mantendo YouTube fora por restrições contratuais com a FIFA.