Capital dos EUA já é maior força acionista na Premier League 2026/27
Onze dos 20 clubes têm investidores norte‑americanos relevantes; direitos internacionais e liquidez atraem capital dos Estados Unidos
Onze dos 20 clubes têm investidores norte‑americanos relevantes; direitos internacionais e liquidez atraem capital dos Estados Unidos
Estudo indica que o acordo com a Standard Chartered está subavaliado em mais de €11,5 M; proibição voluntária a casas de apostas reduz a procura por parceiros.
Distribuição total supera €3,47 mil M, impulsionada pelos direitos internacionais e por um salto nas verbas de mérito por posição
Receitas sobem 5%, custos disparam 13% e superam faturação em 6%. Chelsea lidera perdas; Newcastle destaca-se no lucro.
Com a proibição dos casinos e apostas a partir de 2026/27, clubes enfrentam vagas por preencher e receitas em risco; tecnologia, luxo e retalho surgem como candidatos.
Clube com capital norte-americano (Ron Fowler, Harvey Jabara e Landon Donovan) garante promoção 65 anos depois, operando muito abaixo dos orçamentos de rivais.
Clubes ingleses pagaram cerca de €527,3M em comissões entre 2025, com Chelsea no topo; Itália totaliza €249,4M e mantém tendência de subida.
Acordo pontual monetiza estádio, plantel e canais digitais para “The Immortal Man”, reforçando a estratégia comercial do clube e a aposta da Netflix no desporto
Consulta pública propõe vedar marcas de jogo não licenciadas no Reino Unido aos contratos de patrocínio com clubes da principal liga inglesa
Tendência no Reino Unido aponta para espaços premium polivalentes e uso 365 dias, com Fulham a eliminar boxes na Riverside Stand.
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.
Análise jurídica aponta potenciais pedidos de indemnização por perdas desportivas e comerciais no período 2009/10–2017/18, ligados às 115 acusações de violações financeiras ao Manchester City.