Liverpool prepara expansão do retalho físico nos EUA para reforçar receitas
Clube quer abrir cadeia de lojas próprias nos Estados Unidos e aumentar rede global de 26 para 40 espaços até 2030, de olho nos 26 milhões de adeptos no país.
Clube quer abrir cadeia de lojas próprias nos Estados Unidos e aumentar rede global de 26 para 40 espaços até 2030, de olho nos 26 milhões de adeptos no país.
Onze dos 20 clubes têm investidores norte‑americanos relevantes; direitos internacionais e liquidez atraem capital dos Estados Unidos
Consórcio liderado por Amit Bhatia terá apresentado proposta indicativa que avalia o clube em cerca de €5,28 mil M. Jeff Bezos foi sondado para se juntar ao investimento (não confirmado).
Negócio em estudo valoriza o clube acima de €5,28 mil milhões; Fenway Sports Group confirma conversações para venda de uma participação estratégica minoritária.
Falha em captar 10 milhões de euros para permanecer no National 2 precipita exclusão pela autoridade financeira francesa e possível encerramento ainda este mês.
Base de dados da Off The Pitch mostra crescimento residual desde 2024/25; quedas, colapsos e menos ativos disponíveis travam novos negócios, enquanto investimentos concentram-se em clubes já integrados em redes
Clube mantém subida de 3% por inflação em 2026/27, mas congela preços em 2027/28 e abre diálogo para novas fontes de receita.
Compra da franquia campeã do IPL à Diageo envolve consórcio com Aditya Birla Group, Times of India Group e Blackstone; valorização reforça o apelo global do T20.
Conglomerado dono do Liverpool avaliou o Getafe, mas concluiu que as condições de mercado em Espanha não favorecem o seu modelo de crescimento
Football Benchmark regista 76 aquisições até outubro; Inglaterra lidera em volume, Itália segue, e transações divulgadas ficam abaixo dos picos recentes.
Segundo a Intelligence 2P, 53% dos clubes do Big-5 que jogam competições europeias em 2025-2026 têm dono internacional, com forte peso norte‑americano. Premier League e Ligue 1 lideram a abertura; Espanha e Alemanha mantêm 100% de controlo nacional.
Advogados e consultores empurram o mercado para cláusulas “dinâmicas” indexadas a valorização; FIFA avalia subir juros de 5% para 10% para travar uso da sua câmara de litígios como “financiamento barato”.