Vasco obtém financiamento de €12,8 milhões com a Crefisa, que ganha veto temporário a venda da SAF
Empréstimo dá fôlego a salários e dívidas e impõe cláusula de autorização prévia até junho de 2026; garantia envolve 20% do capital da SAF
Empréstimo dá fôlego a salários e dívidas e impõe cláusula de autorização prévia até junho de 2026; garantia envolve 20% do capital da SAF
Negociações discretas entre UEFA e A22 avançam em torno de governance, formato competitivo e modelo de transmissão directa ao consumidor.
Acordo garante até sete jogos em direto por época e reforça a estratégia digital e gratuita do serviço público britânico.
Adam Kelly, presidente da IMG, defende que Netflix, YouTube, Apple e Amazon vão ditar o ritmo do mercado; Premier League internaliza produção internacional a partir de 2026-27.
Fernando Carro alerta que sem um limite internacional a Liga dos Campeões pode perder atratividade face ao poder económico inglês.
Fernando Carro alerta que a disparidade de receitas pode reduzir a atratividade da Liga dos Campeões e pede um teto salarial internacional e absoluto.
Relevent Sports assume a comercialização e estuda um lote pan‑europeu que pode atrair Amazon, Netflix, YouTube, Apple TV e DAZN, com impacto direto nos prémios aos clubes.
Receitas de transmissão caem 89% em dois anos; prémio europeu já não compensa. Clube aposta no novo Arkéa Park para estabilizar a médio prazo.
Estudo aponta que os clubes mais ricos da Taça Libertadores investem, em média, 150 M€ nos plantéis, face a cerca de 955 M€ de emblemas de topo europeus como o Chelsea.
Seis clubes cada: casas de apostas e companhias aéreas lideram presença na frente da camisola entre os 36 participantes, com Emirates, Riyadh Air, Etihad e Qatar Airways em destaque.
Montante total mantém-se face a 2024/25; modelo de distribuição reforça assimetrias entre competições e mercados.
Entre 36 clubes, Adidas equipa 12, à frente de Nike (8) e Puma (7). A corrida pelos contratos multimilionários confirma o peso comercial da prova.