São Paulo negoceia naming rights do Morumbi com a BYD; clube quer contrato mais longo e receita anual acima dos €4,18 M

Montadora chinesa lidera conversas, mas Tricolor analisa pelo menos mais duas propostas; acordo atual com a Mondelez rende €4,18 M (R$25 M) por ano e termina no fim de 2026 (não confirmado)

14 ago 2026 • há 8 horas • Leitura original: MKTEsportivo / Marco Laloni
São Paulo negoceia naming rights do Morumbi com a BYD; clube quer contrato mais longo e receita anual acima dos €4,18 M — MKTEsportivo / Marco Laloni

O que aconteceu

O São Paulo Futebol Clube negocia o próximo contrato de naming rights do Estádio do Morumbi e tem a chinesa BYD na dianteira das conversas. O modelo estudado manteria o trocadilho no nome — de Morumbis para “MorumBYD”. O clube ouve pelo menos mais duas empresas e procura um acordo com receita anual superior aos atuais €4,18 M (R$25 M) e com prazo mais longo. O vínculo vigente com a Mondelez, que batizou o estádio como Morumbis, expira no final do ano (algumas fontes referem dezembro de 2026; prazo exato não confirmado).

Por Que Importa

  • Naming rights são linha relevante de receita fora de jogo, ajudando a estabilizar o orçamento e financiar investimentos em plantel e infraestrutura.
  • Subir o valor anual acima de €4,18 M e alongar a duração cria visibilidade de caixa e melhora o retorno do investimento (ROI) em ativações no estádio.
  • A entrada de uma marca automóvel chinesa reforça a competição setorial por exposições premium em estádios no Brasil, potencialmente elevando a referência de mercado.
  • Manter margem para propostas sem alteração do nome amplia o leque de patrocinadores e pode reduzir risco de desgaste de marca do estádio.

Contexto

  • O primeiro acordo de naming rights do Morumbi foi assinado em dezembro de 2023, com a Mondelez, e transformou o estádio em “Morumbis”.
  • A negociação atual é conduzida por André Marques, diretor de marketing desde junho, sucedendo a Eduardo Toni (responsável pelo acordo com a Mondelez).

Entre Linhas

  • A estratégia do São Paulo é criar uma solução “híbrida”: preservar o capital simbólico de “Morumbi” via trocadilho, sem fechar a porta a propostas de patrocínio titular sem renomeação total.
  • A renovação com a Mondelez é considerada pouco provável, sinalizando busca por melhor valorização do ativo e prazos comerciais mais extensos.

Prefere o site? Subscreva diretamente na Substack.

Sem spam. Pode cancelar quando quiser. Ao subscrever aceita os Termos de Utilização da Substack, a Política de Privacidade e o Aviso de recolha de informação.