LaLiga e RFEF firmam memorandos com a Federação Chinesa para acelerar cooperação no futebol

Acordos trianuais preveem formação, intercâmbio e eventos, abrindo via para academias, conteúdos e relações comerciais no mercado chinês.

6 fev 2026 • há 12 horas • Leitura original: 2Playbook
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O que aconteceu

LaLiga e a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) assinaram, em 5 de fevereiro de 2026, em Madrid, memorandos de entendimento (MoU) com a Federação Chinesa de Futebol (CFA), no âmbito do X Foro Espanha–China. Os acordos, de três anos e renováveis, foram subscritos por Javier Tebas (LaLiga), Song Kai (CFA) e Rafael Louzán (RFEF), e focam-se em futebol de formação, capacitação de treinadores, intercâmbio técnico e organização de competições e amigáveis entre Espanha e China.

Por Que Importa

  • Entrada estruturada no mercado chinês pode ampliar receitas de academias, estágios e consultoria técnica para clubes e entidades espanholas (valores não divulgados).
  • Potencial para conteúdos e direitos de transmissão de jogos/amigáveis e torneios de base, reforçando a audiência em plataformas de transmissão online na China.
  • Fortalece a atração de patrocínios sino-espanhóis, cruzando marcas locais com ativos de clubes da LaLiga e propriedades da RFEF.
  • Aposta em diplomacia desportiva cria canal institucional que pode facilitar futuras digressões, pré-épocas e parcerias comerciais.

Contexto

  • A cooperação inclui estágios de jovens jogadores chineses em academias espanholas, formação de treinadores da CFA em clubes da LaLiga e partilha de ferramentas de identificação de talento.
  • Estão previstos programas de intercâmbio e a organização de competições e partidas amigáveis entre academias de ambos os países.
  • O painel pós-assinatura destacou o futebol profissional como instrumento de cooperação internacional e diálogo regulatório.

E agora?

  • Definição do calendário de intercâmbios, torneios e formação para 2026–2029 (detalhes não confirmados).
  • Monitorização de acordos comerciais e de patrocínio associados, bem como eventual distribuição de conteúdos na China (modelos e valores não divulgados).
  • Observação do impacto em captação de talento e na presença de marcas chinesas em equipamentos e propriedades espanholas.

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