WSL inglesa triplica a Liga F em assistência e expõe fosso no futebol feminino europeu
Dados da UEFA indicam 1,5 milhões de espectadores em Inglaterra, contra 953 mil na Alemanha e 497 mil em Espanha; Arsenal Feminino, sozinho, supera toda a Liga F.
Dados da UEFA indicam 1,5 milhões de espectadores em Inglaterra, contra 953 mil na Alemanha e 497 mil em Espanha; Arsenal Feminino, sozinho, supera toda a Liga F.
Bex Smith defende modelo multi-clube dedicado ao futebol feminino para acelerar receitas, patrocínios pan-europeus e valorização de ativos, começando com Montpellier e FC Rosengård.
Clube londrino prepara ronda de capital para acelerar subida e consolidar-se na liga inglesa feminina; ligação a Alexia Putellas surge como peça de marketing e competitividade (não confirmado).
Após um piloto de 18 meses em 190 jogos, acionistas da WSL Football aprovam serviço nas bancadas; clubes decidem adesão e podem criar zonas sem álcool.
Grupo apoiado pela Sixth Street entra no mercado inglês com foco em crescimento sustentável e profissionalização, mantendo o clube com participação minoritária.
Estados Unidos e Reino Unido lideram o mercado; fundos multipropriedade, reestruturações internas e novas franquias impulsionam ativos e avaliações
Aquisições de talento, liderança técnica e construção de marca consolidam o projeto de Kang no Lyon Feminino, com impacto direto em resultados desportivos e valor comercial
Liga feminina norte-americana arranca com recorde de assistência e uma estratégia agressiva de abonos, com preços que vão de acessíveis a ultra‑premium.
Aston Villa Women testa novos formatos de experiência e envolvimento, enquanto horários de TV e foco excessivo no “family-friendly” limitam conversões de público em receita.
Mais clubes entram no jogo e recordes caem, porém as transferências com verba ainda são minoritárias e dominadas por poucos mercados (EUA e Inglaterra).
Everton e a Liga Feminina inglesa capitalizam o boom japonês via YouTube, jogadoras nipónicas e acordos de transmissão com a U-Next.
Nova regra permite exceder o teto salarial até $1M por atleta elegível a partir de 2026; associação de jogadoras ameaça ação legal por falta de negociação coletiva.