Vendas da Panini caem após perda da licença da Premier League
Quebra nas cromos coincide com a mudança dos direitos da Premier League para a Topps, pressionando receitas e margens da editora italiana.
Quebra nas cromos coincide com a mudança dos direitos da Premier League para a Topps, pressionando receitas e margens da editora italiana.
A UC3 estende por seis anos o acordo global para cromos, autocolantes e jogos de cartas dos torneios de clubes da UEFA; chega também o “Debut Patch” para estreias na Liga dos Campeões.
Empresa de Michael Rubin controla merchandising do Mundial com mais de 2.000 pontos de venda e expande de memorabilia a conteúdos e mercados de predição, visando €11,41 mil M em 2026.
Fanatics/Topps recolhe patches usados em jogo para cartas autografadas a partir de 2031; comunicação oficial é escassa e regras ainda têm zonas cinzentas
Acordo exclusivo encerra 60 anos de parceria com a Panini e inclui produtos físicos e digitais; Fanatics promete distribuir €127,7 M (US$150 M) em colecionáveis para base
Os novos acordos reforçam merchandising e apostas, com Fanatics a assumir colecionáveis por quatro ciclos de Mundiais e Betano a entrar como patrocinador da Seleção.
Plano em estudo prevê vender de forma centralizada 60% da publicidade perimetral e aumentar os parceiros‑âncora de 7 para 10, à semelhança dos modelos da NBA e NFL.
Acordo retira Beckham da carteira exclusiva da Panini e reforça ofensiva global da Fanatics/Topps em cartas e memorabilia, com foco na Premier League e expansão internacional.