Haaland entra no negócio do xadrez ao investir na Norway Chess
Avançado do Manchester City torna-se investidor num circuito mundial que distribui 2,4 M€ por época; montante aplicado não foi divulgado.
Avançado do Manchester City torna-se investidor num circuito mundial que distribui 2,4 M€ por época; montante aplicado não foi divulgado.
Os 20 clubes renovam por duas épocas o teto de preço para setores visitantes; medida completa 12 épocas consecutivas e sustenta taxas de ocupação em deslocações acima de 90%.
Modelo direto ao consumidor espelha a aposta da Premier League e poderá arrancar em 1–2 países de menor dimensão; direitos principais já estão atribuídos para 2027–2031.
Multa recorde ao Chelsea e novo regime de licenças expõem fragilidade de tesourarias e controlos; falta de infraestrutura financeira ameaça sustentabilidade dos clubes.
Think tank Fair Game quer que o novo regulador una licenças a redistribuição financeira entre Premier League e EFL, privilegiando quem cumpre boas práticas
Nova regra da Deutsche Fußball Liga limita custos com plantel a 70% das receitas. Morningstar DBRS vê melhoria do perfil de crédito do sector e maior capacidade de captar investimento.
Fundos do Qatar e da Arábia Saudita, bem como a RedBird, preparam licenças para Paris, Londres e Milão; taxas podem ultrapassar 1 mil milhão de dólares por mercado
Liga inglesa sanciona irregularidades entre 2011-2018 sob Roman Abramovich; atual direção colaborou e evita punição imediata à equipa principal
Clube reforça ecossistema próprio e aposta em plataformas sociais para captar adeptos e receitas, sinalizando viragem para conteúdos “always-on”.
ITV e outros operadores preparam formatos em ecrã partilhado nas novas pausas do jogo — uma janela para monetização sem interromper a transmissão
UC3, joint venture UEFA–European Football Clubs, lançou concurso para o “padrão de bola oficial” de todas as competições masculinas de clubes. Adidas vê contestado um domínio de 25 anos; Puma surge como candidata forte.
Regulamento (UE) 2024/1624 alarga o perímetro de controlo: agentes e clubes tornam-se “sujeitos obrigados”, com reporte de operações suspeitas e rastreabilidade reforçada em direitos, transferências e receitas comerciais.