Revolução das bancadas na Premier League acelera investimento em estádios
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.
Com 14 de 20 clubes a construir, expandir ou planear obras, os estádios tornam‑se ativos financeiros para diversificar receitas além das transmissões.
Projetos de Manchester United, Birmingham City e Arábia Saudita aceleram a corrida por novas fontes de receita com LED, tetos retráteis e experiências virtuais — mas com custos elevados e controvérsia laboral.
Ano de marcos em infraestruturas desportivas: aberturas em Hong Kong, Liverpool e Valência; regressos parciais ao Spotify Camp Nou; e anúncios-âncora em Manchester, Milão e Kansas City.
Populous lidera obra que reutiliza 30 aviões desmantelados para a nova bancada sul; redução de 46% de emissões e identidade de marca no centro da estratégia.
FIGC afina lista para cinco sedes a indicar à UEFA até setembro de 2026; investimentos públicos e privados desbloqueiam projetos em Roma, Milão, Salerno, Cagliari e Palermo.
Parceria com o município de Waltham Forest avança para planeamento; primeira fase com financiamento privado e meta simbólica de 2031, ano do 150.º aniversário do clube
Obra de €319 milhões arranca em Mestre e prevê inauguração na primavera de 2027, com 18.500 lugares e vocação multiusos para maximizar receitas.
Projeto integrado para equipas masculina, feminina e formação inclui oito relvados de dimensão Riazor e aposta forte em eficiência energética.