CAN 2025 em Marrocos torna-se a mais rentável da história do futebol africano
CAF regista +90% de crescimento de receitas face a edições anteriores, impulsionado por patrocínios, direitos internacionais e bilheteira recorde de $55M.
CAF regista +90% de crescimento de receitas face a edições anteriores, impulsionado por patrocínios, direitos internacionais e bilheteira recorde de $55M.
Plataforma digital transmitirá em exclusivo para o público brasileiro a estreia do torneio, em Londres, reforçando a aposta no futebol feminino e no modelo de transmissão online
Estudo aponta dependência de subsídios públicos, custos salariais acima de 50% do orçamento e fraca valorização do campeonato. Bolsa, formação e direitos mediáticos surgem como alavancas.
Coleção limitada de sete modelos liga identidade multicultural de Marselha à procura de receitas de merchandising durante a Taça das Nações Africanas
Edição a decorrer em Marrocos soma quase 100 M$ em direitos e marcas; formato passará a quadrienal a partir de 2028, com debate sobre calendário de verão.
Infraestrutura de estádios, candidatura ao Mundial 2030 e política de bilhética colocam foco no retorno social e económico do plano estatal
Mudança visa harmonizar o calendário global e reduzir conflitos com clubes europeus; edição de 2027 mantém-se no Quénia, Uganda e Tanzânia.
Com 800 mil bilhetes já vendidos, Rabat integra a competição no seu plano turístico 2023–2026 para evitar ‘elefantes brancos’ e consolidar a procura após recordes de visitantes.
Entre 2026 e 2029, o organismo disponibiliza 20 M$ para apoiar jogadores com ordenados em falta; exclusão da FIFPRO reaquece tensão sobre calendário e governança.
PSG e Marselha jogam a 8 de janeiro, em Kuwait City; estratégia mantém-se: 15 edições fora em 17 anos, com foco em novos mercados e receitas comerciais
CONMEBOL quer formato excecional no centenário, com grupos em Paraguai, Uruguai e Argentina; UEFA e CONCACAF contestam por risco de diluir qualificações e qualidade competitiva.
Espanha projeta impacto superior a €5 mil milhões com o Mundial 2030 e um retorno anual de €450 milhões com o Grande Prémio de Fórmula 1 a partir de 2026.