COH Sports admite vender até 20% do Sheffield United e contrata consultora para sondar mercado
Grupo norte‑americano avalia entrada de investidor estratégico após época turbulenta; contratação da Penwick indica processo formal de auscultação
Grupo norte‑americano avalia entrada de investidor estratégico após época turbulenta; contratação da Penwick indica processo formal de auscultação
Novo modelo cria agência reguladora, impõe limites de despesa com plantel e défices máximos, e prevê punições que vão de multas a rebaixamento.
Fundo norte-americano entra com participação minoritária no Cagliari Calcio; valores e percentagem não divulgados. Tommaso Giulini mantém o controlo total.
Memorando de entendimento prevê financiamento concessionado para construção e requalificação de estádios e infraestruturas, com prioridade a federações afiliadas da FIFA em países em desenvolvimento.
Três épocas após a introdução do novo enquadramento, os resultados líquidos médios passaram de -€296M (2022/23) para +€100M (2024/25), suportados por crescimento de receitas e maior disciplina de custos.
Média espanhola aponta sondagens a Bernard Arnault, dono do Paris FC e líder da LVMH; decisão sobre abertura a capital externo será discutida pelos sócios do Real Madrid.
Sem propostas vencedoras para 2027 em diante, a UEFA estende o concurso em França e mantém a fasquia de receitas anuais acima de €5 mil milhões para o pacote europeu/internacional.
O campeão do mundo integra o grupo acionista do novo franchise, tornando-se o primeiro futebolista internacional no activo com participação na liga norte‑americana.
Sucesso desportivo, docussérie e investimento em infraestruturas alimentam confiança dos compradores; rendas sobem e procura por casas maiores cresce.
Documentos oficiais indicam novos aportes no clube inglês; na Roma, o compromisso já roça os €1.000M, com redução de dívida via amortização parcial do bond.
Plano de €7 mil milhões em empréstimos baratos foi abandonado em 2021. Clubes recorreram a financiamentos privados com taxas muito superiores.
Apollo prepara-se para controlar o Atlético de Madrid por cerca de €2,5 mil milhões; crescimento mais lento obriga a horizontes longos e aposta imobiliária de €800 milhões.