Mundial 2026 expõe corrida à propriedade intelectual: marcas e “ambush marketing” sob escrutínio
Direitos de marca, transmissões e imagem de atletas concentram o valor económico do torneio — e elevam o risco de infrações e contrafação.
Direitos de marca, transmissões e imagem de atletas concentram o valor económico do torneio — e elevam o risco de infrações e contrafação.
Grupo ativa Rexona/Sure e outras 34 marcas em mais de 120 mercados; renovação com a FIFA e Manchester City será avaliada após o torneio.
Marca vai usar os tempos técnicos das transmissões no SBT para promover os “Copos Lendários”, com intervenções apresentadas por Tiago Leifert.
Da camisola retro de 1994 aos ‘sneakers’ de celebridades, as marcas usam o Mundial para vender fora do relvado enquanto direitos e patrocínios encarecem.
Bola conectada da Adidas, câmaras 3D, inteligência artificial e “gémeos digitais” tornam a FIFA 2026 um torneio orientado por dados, com impacto em patrocínios, media e eficiência operacional.
Publicis antecipa preços por intervalo no jogo da final superiores ao da Super Bowl; ITV recusa explorar formato no Reino Unido apesar de procura
Estratégia centra-se em pacotes VIP e optimização da venda de bilhetes para aumentar o ticket médio e captar gasto do adepto.
Jogo dos EUA atraiu quase 25 milhões de espectadores; publicidade nos novos ‘timeouts’ hidratação gera polémica mas sem sanções da FIFA
Fanatics/Topps recolhe patches usados em jogo para cartas autografadas a partir de 2031; comunicação oficial é escassa e regras ainda têm zonas cinzentas
Política de “clean stadiums” protege patrocinadores do Mundial mas gera soluções improvisadas nos EUA, revelando tensões entre exigências e custos operacionais.
Política comercial da FIFA apaga marcas dos estádios e pode retirar valor de mídia significativo a MetLife, AT&T e Mercedes‑Benz
Organizadores em Canadá, Estados Unidos e México privilegiam adaptações a infraestruturas existentes, com foco em capacidade, hospitalidade e tecnologia.