Ambição de Todd Boehly sai cara: holding do Chelsea acumula mais de €1.000 milhões em perdas em dois anos
Os prejuízos do veículo que controla o Chelsea disparam, refletindo investimento agressivo em jogadores e reestruturação pós-compra.
Os prejuízos do veículo que controla o Chelsea disparam, refletindo investimento agressivo em jogadores e reestruturação pós-compra.
Chelsea ilustra o desequilíbrio: receitas robustas, custos explosivos. Enquanto isso, Decathlon acelera lucros e o entretenimento ao vivo em Espanha ultrapassa €800 milhões.
Chelsea, Newcastle, Aston Villa e Everton venderam equipas femininas e património imobiliário a entidades dos próprios proprietários para aliviar perdas e evitar sanções ao abrigo das novas regras da Premier League.
O avançado do Chelsea protegeu a sua celebração como marca registada, consolidando controlo comercial sobre imagem e merchandising antes do Mundial.
Nova regra da Deutsche Fußball Liga limita custos com plantel a 70% das receitas. Morningstar DBRS vê melhoria do perfil de crédito do sector e maior capacidade de captar investimento.
Dados a apresentar no FT Business of Football Summit revelam lucros concentrados e perdas recorde em poucos emblemas; capital privado privilegia participações minoritárias
Acordo plurianual coloca a IFS como Principal Partner e prevê integração de inteligência artificial industrial nas operações do clube. Valores não divulgados.
Clube catalão notificou a European Super League Company da sua saída; A22 avança com rebranding para Liga Unify e plataforma de transmissão online gratuita.
Operação coloca a KKR no centro do capital privado no desporto e no mercado de participações secundárias, com ambição de acrescentar mais de $100 mil milhões em ativos sob gestão.
Alívio regulatório nas ligas dos EUA e expectativa de mais lazer impulsionam negócios; 200 operações em 2024 e apetite crescente de investidores sofisticados.
Estádios voltam ao centro da estratégia de receitas: Bernabéu impulsiona Madrid no topo absoluto, enquanto o Paris Saint‑Germain maximiza euros por assento por evento.
O campeão do mundo integra o grupo acionista do novo franchise, tornando-se o primeiro futebolista internacional no activo com participação na liga norte‑americana.