Ares prepara fundo de desporto para milionários europeus
Gestora norte‑americana quer captar indivíduos de elevado património na Europa com um veículo para investir em clubes, ligas e media desportivo.
Gestora norte‑americana quer captar indivíduos de elevado património na Europa com um veículo para investir em clubes, ligas e media desportivo.
Credor norte-americano pondera converter dívida em controlo da holding multi-clubes que inclui Olympique Lyonnais, Botafogo e RWDM; eventual mudança poderá redefinir prioridades e financiamento.
Credora deverá assumir a Eagle Football Holdings após acionar cláusula de proteção; impacto sobre financiamento da SAF do Botafogo é imediato e aumenta risco de recuperação judicial
Global Sport Group, veículo da CVC, procura dívida para novas aquisições em ligas e clubes com potencial de crescimento comercial, mantendo flexibilidade para vender uma fatia minoritária ou avançar para bolsa.
Plano de €7 mil milhões em empréstimos baratos foi abandonado em 2021. Clubes recorreram a financiamentos privados com taxas muito superiores.
Apollo prepara-se para controlar o Atlético de Madrid por cerca de €2,5 mil milhões; crescimento mais lento obriga a horizontes longos e aposta imobiliária de €800 milhões.
Fundo norte-americano torna-se acionista de referência; clube mantém liderança executiva e prepara investimento em infraestruturas, incluindo a Cidade do Desporto.
Oferta combina dinheiro e ações do grupo multi-clube Eagle; Fosun prefere venda minoritária e rejeita ações. Disputas com financiadores e processos em curso fragilizam a posição do investidor.
Segundo a Intelligence 2P, 53% dos clubes do Big-5 que jogam competições europeias em 2025-2026 têm dono internacional, com forte peso norte‑americano. Premier League e Ligue 1 lideram a abertura; Espanha e Alemanha mantêm 100% de controlo nacional.
Global Sport Group, veículo da CVC com participações na La Liga, Premiership Rugby e Seis Nações, negoceia um pacote de dívida multibilionário para prolongar investimentos e abrir porta a venda minoritária ou futura OPV.
Gestor de capital privado evita executar garantias sobre os activos da Eagle Football; encaixe da venda do Crystal Palace foi canalizado para a dívida
Gestor de private equity quer a maioria do capital; operação reforça a vaga de fundos e dívida privada no futebol europeu.