Fundo soberano saudita vende 70% do Al-Hilal por €317 M
Kingdom Holding Company, de Alwaleed bin Talal, torna-se acionista maioritário; operação insere-se na reorientação doméstica do PIF.
Kingdom Holding Company, de Alwaleed bin Talal, torna-se acionista maioritário; operação insere-se na reorientação doméstica do PIF.
Dados de 2026 mostram pico histórico no custo médio por 17-19 anos; ligas europeias e Arábia Saudita alinham-se na mesma estratégia, com impacto em academias e sustentabilidade financeira.
Atlético de Madrid, Espanyol, Udinese, Verona e Monza mudaram de mãos; Getafe poderá ser o próximo. Pressão financeira e estratégia de grupos multipropriedade marcam o ano.
Projetos de Manchester United, Birmingham City e Arábia Saudita aceleram a corrida por novas fontes de receita com LED, tetos retráteis e experiências virtuais — mas com custos elevados e controvérsia laboral.
Fundo soberano saudita reduzirá participação de 75% no Al-Hilal; negociações com o príncipe Alwaleed bin Talal decorrem há mais de um ano.
Mais estrangeiros elevaram a qualidade e os salários na SPL; desafio passa por converter esse ganho competitivo em minutos para Sub-23 sauditas rumo a 2034
Relatos dão conta de contactos com Vasco, Santos, Bahia, Goiás, Grêmio e Fortaleza; parte das tratativas não está confirmada e detalhes financeiros não foram divulgados.
Turki Alalshikh sugeriu um acordo iminente, mas fontes do clube e da Ineos negam. Em paralelo, negocia-se um amigável na Arábia Saudita avaliado em €11,53 M.
Ben Harburg, gestor da MSA Capital, comprou o Al Kholood e vê na Liga Profissional Saudita uma plataforma de crescimento acelerado rumo ao Mundial de 2034 e à atração de capital privado.