DAZN prepara serviço de transmissão “a bordo” para aviões e navios a partir de 2027

DAZN Inflight promete levar desporto em direto a passageiros e abrir novo canal de audiência e monetização para companhias aéreas e de cruzeiros.

30 mar 2026 • há 3 horas • Leitura original: 2Playbook / Pablo Nieves
DAZN prepara serviço de transmissão “a bordo” para aviões e navios a partir de 2027 — 2Playbook / Pablo Nieves

O que aconteceu

A DAZN anunciou o lançamento do DAZN Inflight, um serviço que permitirá ver desporto em direto em aviões e navios, com arranque previsto para 2027. A empresa aponta os avanços na conectividade — maior cobertura, fiabilidade e velocidade — como viabilizadores do projeto. Shay Segev, presidente executivo do DAZN Group, sublinhou o potencial transformador da tecnologia, enquanto Aviv Giladi, responsável pelas parcerias da DAZN, indicou que os próximos passos serão detalhados nos próximos meses.

Por Que Importa

  • Abre um novo canal de audiência cativa em contexto de viagem, potenciando tempo de visualização e receitas via subscrição, publicidade e acordos B2B com companhias aéreas e operadores marítimos.
  • Pode aumentar o valor percebido dos direitos de transmissão, ao estender o alcance a momentos antes inalcançáveis (voos e travessias), reforçando o retorno do investimento (ROI) para competições e patrocinadores.
  • Cria espaço para pacotes de licenciamento específicos “inflight/marítimo”, com comissões e partilhas de receita ajustadas à ocupação e rotas (valores não divulgados).
  • Pressiona concorrentes e operadores tradicionais de entretenimento a bordo a atualizar infraestruturas e modelos de custo por mil (CPM) e patrocínio em ambientes de baixa exposição reputacional.

Contexto

  • O consumo de desporto em direto é um dos poucos conteúdos com alta predisposição a pagar e forte retenção; o ambiente a bordo oferece atenção limitada a alternativas, favorecendo conversão e upsell.
  • A viabilidade depende de acordos com conectividade satelital e sistemas IFE (entretenimento a bordo), bem como de gestão de picos de tráfego e latência.

E agora?

  • Negociações com companhias aéreas e de cruzeiros para definir modelos de licenciamento, inclusão no sistema de entretenimento ou acesso via plataforma de transmissão online (streaming) própria (detalhes não confirmados).
  • Definição de catálogo: que ligas e eventos terão direitos claros para uso “inflight/marítimo” e com que restrições territoriais (não confirmado).
  • Ajustes de medição de audiência “a bordo” para integrar relatórios a anunciantes e patrocinadores, com métricas comparáveis a emissão/transmissão tradicional.

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