Bad Bunny reacende a Athleta com camisola retrô da seleção brasileira em São Paulo

Exibição global do artista impulsiona notoriedade da marca histórica e reabre conversa sobre monetização de linhas clássicas e licenças da seleção.

24 fev 2026 • há 12 horas • Leitura original: Máquina do Esporte
Bad Bunny reacende a Athleta com camisola retrô da seleção brasileira em São Paulo — Máquina do Esporte

O que aconteceu

Bad Bunny, estrela porto-riquenha em forte ascensão mediática, atuou no Allianz Parque (São Paulo) e usou uma camisola retrô da seleção brasileira fabricada pela Athleta, réplica do modelo do Mundial de 1962. No segundo concerto, vestiu um agasalho que pertenceu a Pelé, emprestado pelo colecionador Cássio Brandão. A Athleta celebrou o momento nas redes sociais, capitalizando a exposição.

Por Que Importa

  • Exposição global: a presença em palcos de grande audiência aumenta a notoriedade internacional da Athleta, potenciando vendas de linhas retrô e acordos de licenciamento.
  • Valorização de património: o uso de peças históricas (Pelé/1966) reforça a narrativa de legado, diferencial competitivo face a marcas contemporâneas.
  • Alavanca de distribuição: o buzz pode abrir portas a retalho fora do Brasil e a colaborações cápsula com artistas, com margens superiores às linhas técnicas (valores não divulgados).
  • Ativação a custo reduzido: a marca beneficiou de média espontânea sem patrocínio direto conhecido (não confirmado), eficiente para retorno do investimento (ROI).

Contexto

  • A Athleta forneceu a seleção brasileira entre 1954 e 1974, período de três Mundiais conquistados. A marca foi desativada em 2004 e relançada em 2008 pela The Brand’s Company, focando-se em linhas clássicas e alguns clubes.
  • Reentrou recentemente na elite nacional como fornecedora do Mirassol, explorando nichos onde a herança histórica tem peso na decisão do adepto/consumidor.

Entre Linhas

  • A utilização por Bad Bunny funciona como prova social junto de públicos jovens e hispânicos, relevante para audiência nos Estados Unidos e para plataformas de transmissão online.
  • Sem dados públicos de vendas pós-evento, mas a rápida ativação digital sugere campanhas táticas de curta duração (drops retrô e reposições) para capturar a procura imediata (valores não divulgados).

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