Milan exporta MilanLab para a Arábia Saudita com parceria regional da Al Hammadi Holding

Acordo plurianual leva o centro de inovação e medicina desportiva do clube para fora de Itália pela primeira vez, reforçando a estratégia do Milan na região MENA.

29 jan 2026 • 10:24 • Leitura original: Calcio e Finanza
Milan exporta MilanLab para a Arábia Saudita com parceria regional da Al Hammadi Holding — Calcio e Finanza

O que aconteceu

O AC Milan vai expandir o MilanLab — o seu centro de investigação, performance e medicina desportiva — para a Arábia Saudita através de uma parceria plurianual com a Al Hammadi Holding, um dos maiores grupos de saúde sauditas. O acordo, a anunciar em breve (valores não divulgados), tornará o MilanLab um pilar de um projecto internacional alinhado com a estratégia Saudi Vision 2030.

Por Que Importa

  • Monetização de know-how: o Milan transforma um activo intangível (metodologias e dados do MilanLab) em receita via licenciamento/consultoria, diversificando para além de patrocínios e bilhética.
  • Posicionamento MENA: consolida a presença na região Médio Oriente e Norte de África após Casa Milan Dubai (2023) e a Academy em Jidá (2025), potenciando captação de patrocinadores e adeptos.
  • Sinergia com saúde privada: acesso a infraestruturas e escala da Al Hammadi pode acelerar provas de conceito e estudos clínicos aplicados ao rendimento, elevando o valor do activo científico do clube.
  • Alinhamento regulatório/estratégico: integração com metas de saúde e bem‑estar da Saudi Vision 2030 pode desbloquear apoios institucionais e reduzir risco operacional.

Contexto

  • O MilanLab foi criado no início dos anos 2000 e passou por renovação científica em 2021, com novos métodos de recolha e uso de dados para gestão médica e atlética.
  • A Al Hammadi Holding torna-se parceira regional do Milan na Arábia Saudita, adoptando competências, metodologias e protocolos inspirados no modelo MilanLab.
  • O clube já possui acordos relevantes na região, incluindo Emirates (patrocínio de longa data), SIRO e CFI Financial.

E agora?

  • Expansão potencial para formação e certificação de profissionais locais, com cursos e clínicas (não confirmado), criando fluxos adicionais de receita.
  • Possível replicação do modelo noutros mercados do Golfo se o piloto saudita demonstrar retorno do investimento (ROI) positivo em 12–24 meses (não confirmado).
  • O clube pode usar dados gerados no ecossistema saudita para melhorar scouting físico e protocolos de prevenção de lesões na equipa principal, fechando o ciclo ciência‑performance‑negócio.

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