FIFA aponta novo máximo em transferências internacionais: 13,11 mil M$ em 2025

Relatório Global Transfer Report 2025 regista salto de >50% face a 2024 e consolida Inglaterra como líder em gasto e vendas; futebol feminino cresce mais de 80%.

29 jan 2026 • 10:23 • Leitura original: 2Playbook
FIFA aponta novo máximo em transferências internacionais: 13,11 mil M$ em 2025 — 2Playbook

O que aconteceu

A FIFA reportou um recorde de 13,11 mil milhões de dólares (≈10,95 mil M€) em transferências internacionais em 2025, com 86.158 movimentos envolvendo futebol profissional e amador, masculino e feminino. É um aumento de >50% face a 2024 e +35,6% acima do anterior pico (2023). Em 2025, 1.214 clubes pagaram por pelo menos um reforço internacional e 1.495 receberam receitas por vendas. No masculino profissional, clubes de Inglaterra lideraram em gasto (3,82 mil M$) e receitas (1,77 mil M$). No feminino, o investimento atingiu 28,6 M$ (+80% interanual), com 2.440 transferências e 756 clubes envolvidos.

Por Que Importa

  • Escala financeira: pela primeira vez, o mercado global ultrapassa a barreira dos 10 mil M$, reforçando o peso económico do sistema de transferências internacionais.
  • Liquidez e balanços: mais clubes a comprar e vender (1.214 a pagar; 1.495 a receber) sugerem maior circulação de capitais entre ligas e países.
  • Inglaterra em dupla liderança indica capacidade de investimento e de realização de mais-valias, com impacto na competitividade e inflação de preços.
  • Feminino acelera: embora ainda pequeno, o salto de +80% sinaliza expansão de activos e valorização de talento, com potencial para novas receitas de formação e mecanismos de solidariedade.

Números

  • Total investido: 13,11 mil M$ (≈10,95 mil M€)
  • Transferências internacionais: 86.158
  • Clubes compradores: 1.214 | Clubes vendedores: 1.495
  • Inglaterra (masculino): gasto 3,82 mil M$ | receitas 1,77 mil M$
  • Feminino: 28,6 M$ (+80% i.a.), 2.440 transferências, 756 clubes

Entre Linhas

  • A FIFA não detalha aqui a distribuição por confederações, comissões de intermediação ou mecanismos de solidariedade (não confirmado), mas os totais sugerem pressão ascendente sobre taxas, salários e prémios.
  • A sustentabilidade financeira dependerá de retorno do investimento (ROI) via desempenho desportivo, prémios, bilhética, direitos de transmissão e mais-valias futuras.

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