Nottingham Forest formaliza plano para ampliar o City Ground acima de 50 mil lugares
Clube da Premier League entrega pedido de licenciamento para remodelação faseada; primeira etapa eleva capacidade para 45 mil e redesenha três bancadas
O que aconteceu
O Nottingham Forest, da principal liga inglesa, submeteu pedidos de licenciamento para a remodelação do estádio City Ground, elevando a capacidade de cerca de 31.000 para mais de 50.000 lugares. O proprietário Evangelos Marinakis promete investimento significativo para um desenho “sustentável e icónico”. O clube envolveu adeptos e parceiros locais e trabalha com as consultoras Gleeds, KSS Design Group, Buro Happold e Savills.
Por Que Importa
- Expansão de lugares (31k → 50k+) pode aumentar receitas de bilheteira, hospitalidade e eventos corporativos, reforçando o retorno do investimento (ROI).
- Melhor oferta premium pode elevar faturação média por adepto e atratividade para patrocinadores de estádio e espaços comerciais.
- Projeto alinha-se com objetivos de crescimento económico regional, potencialmente desbloqueando apoios e simplificando aprovações.
- Infraestrutura modernizada pode apoiar cumprimento de requisitos de transmissão e operações de dia de jogo, criando novas fontes de receita não‑desportiva.
Números
- Capacidade atual: ~31.000.
- Nova meta: ~52.000 (mais de 50.000 confirmados).
- Fase 1: 45.000 lugares; aumento adicional de ~7.000 na Bancada Brian Clough.
- Abrange 3 das 4 bancadas do City Ground.
- Orçamento: valores não divulgados.
Contexto
- Em 2023, a autarquia de Rushcliffe autorizou a primeira fase; plano original visava ~40.000 lugares, ampliado em 2024 para >50.000.
- A KSS foi escolhida para desenvolver o projeto; The Athletic indicou possível início das obras já este verão (não confirmado).
- O clube coordena com o Mayor do East Midlands, os conselhos de Rushcliffe, Nottingham e Nottinghamshire, além de adeptos e comunidade.
E agora?
- Aguardar decisão dos licenciamentos; o Forest espera “resultado positivo em breve”.
- Definição do modelo financeiro (naming rights, hospitalidade, camarotes, retalho) e cronograma de obras será determinante para mitigar perda de receitas durante a construção.