Sergio Ramos lidera oferta para entrar no capital do Sevilla FC

Ex-jogador impulsiona proposta “local” que pode destravar venda do clube, após estagnação de negociações com fundo norte‑americano; valores não divulgados.

2 jan 2026 • 11:48 • Leitura original: Palco23
Sergio Ramos lidera oferta para entrar no capital do Sevilla FC — Palco23

O que aconteceu

Sergio Ramos, em conjunto com um grupo de investidores, apresentou uma proposta formal para adquirir participação no capital do Sevilla FC. A iniciativa surge após a estagnação de conversas com um grupo de capital norte‑americano, na sequência de uma revisão às contas do clube. Os principais acionistas — entre os quais a família Del Nido, José Castro e a família Carrión — analisam agora as ofertas. Valores e percentagens não foram divulgados.

Por Que Importa

  • Pode ser a proposta economicamente mais competitiva em cima da mesa, segundo várias fontes (não confirmado), oferecendo alternativa aos fundos estrangeiros.
  • Entra em jogo um perfil com forte ligação ao clube, potencialmente relevante para mobilizar sócios e patrocinadores e reduzir risco de contestação de adeptos.
  • O Sevilla enfrenta dívida superior aos 70 milhões oficiais (não confirmado) e prejuízos recentes, pressionando liquidez e governança.
  • A incerteza acionista condiciona a estratégia desportiva e comercial; uma decisão pode destravar planeamento de mercado, patrocínios e renegociação de passivo.

Contexto

  • O dossiê de venda arrasta-se com anos de instabilidade institucional e resultados desportivos abaixo do histórico recente.
  • Existiam outras abordagens, incluindo um empresário local e propostas que evocavam o regresso de Monchi; projetos de adeptos (Antonio Lappí e Fede Quintero) defendem modelo de propriedade mais distribuída.
  • Ramos terminou recentemente passagem pelos Rayados de Monterrey e ainda não oficializou a retirada como jogador, mas posiciona-se para um papel de investidor/dirigente.

E agora?

  • Os atuais proprietários deverão comparar ofertas e decidir entre a via “local” liderada por Ramos ou retomar negociações com capital estrangeiro.
  • Sem acordo, o clube permanecerá num “limbo” institucional, com impacto em contratações, estrutura salarial e captação de receitas comerciais.
  • Se avançar, a entrada de Ramos poderá exigir um plano de reestruturação financeira e um horizonte de governação claro para estabilizar a equipa e recuperar valor de mercado.

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